quinta-feira, 15 de julho de 2010

Angelica Kauffmann







ANGELICA KAUFFMANN

1741-1807







Maria Anna Katharina Angelica Kauffmann, nasce a 30 de Outubro de 1741 Chur, Suíça e morre a 5 de Novembro de 1807) foi una pintora suíça/austriaca.
Seu pai, Johann Josef Kauffmann, era um pintor medíocre, mas soube desempenhar muito bem o papel de professor no ensino precoce de sua filha.
Angelica Kauffmamm, foi o que se pode chamar uma criança superdotada, aprendeu vários idiomas (falava fluentemente alemão, francês, Italiano e inglês), lia incessantemente, e mostrava um talento especial pela música. No entanto o seu maior progresso foi na pintura, ao fazer doze anos já se tinha tornado famosa.
Em 1754 seu pai levou-a pela primeira vez a Milão. Posteriormente visitou Itália em visitas mais prolongadas sendo festejada em todos os lugares onde ia, tanto pelo seu talento como pelo seu encanto pessoal.
No caderno de notas de Sir Joshua Reynolds, aparece com frequência o nome da pintora, como Miss Angelica ou Miss Angel, e em 1766 ele pinto-a, e ela retribuiu a gentileza com o seu Retrato de Sir Joshua Reynolds. Foi sem dúvida, por influência de Sir Joshua Reynolds, que Angelica foi uma das fundadoras da Royal Academy, constando o seu nome nas assinaturas da famosa petição ao rei para que fosse fundada uma Academia Real de Pintura y Escultura.
Sua amizade com Reynolds foi criticada em 1775 pelo académico Nathaniel Hone no seu quadro satírico O prestidigitador, em que atacava a moda da arte renascentista italianizada; ridiculizava Reynolds, e incluía una caricatura nua de Angelica Kauffmann, mais tarde Hone pintou por cima, depois da obra ter sido rejeitada pela Royal Academy.
Apesar da popularidade que Kauffmann desfrutava na sociedade inglesa e do seu êxito como artista, estava decepcionada pela relativa apatia que os ingleses sentiam perante a pintura de história. Assim, abandonou Inglaterra e foi para o continente, onde este género era mais estimado e melhor pago.
Depois da morte de seu primeiro marido (foi um casamento desastroso e estava separada há muito tempo), casa-se com Antonio Zucchi (1728–1795), um artista veneziano, que residia na altura em Inglaterra.
Em 1782 morreu seu pai e em 1795 seu marido. Seguiu contribuindo para a Academia de maneira intermitente, expondo pela última vez em 1797.
A 5 de Novembro de 1807 morreu em Roma, sendo honrada com um esplêndido funeral dirigido por Canova. Toda a Academia di San Luca, com numerosos eclesiásticos e virtuosos, a seguiram até a sua sepultura em San Andrea delle Fratte, e, como no funeral de Rafael, dois dos seus melhores quadros foram levados em procissão.
Em 2007 os correios austríacos emitiram um selo postal coincidindo com o 200 aniversário da sua morte, ilustrado com o seu Selbstbildnis in Wäldertracht (Autorretrato con traje típico de Vorarlberg) de 1781, que se encontra actualmente no Museu Provincial do Tirol (Tiroler Landesmuseum Ferdinandeum), en Innsbruck.


Fonte: wikipedia

Rembrandt

15 de Julho, dia do nascimento de
Rembrandt Harmenszoon van Rijn (15-7-1606 – 4-10-1669)
Auto-Retrato (Desenhando à Janela)
Gravura em metal, 1640

quarta-feira, 14 de julho de 2010

A Tomada da Bastilha

A Bastilha foi construída como "Bastião de Saint-Antoine" durante a Guerra dos Cem Anos, por Carlos V da França. Inicialmente serviu apenas como mero portal de entrada para o bairro de Saint-Antoine, mas de 1370 a 1383 o portal foi ampliado e reformado transformando-se numa fortaleza, que serviria para defender o lado leste de Paris, e num palácio real que ficava nas proximidades. Após a guerra, começou a ser utilizada pela realeza francesa como prisão estadual (o rei Luís XIII foi o primeiro a enviar prisioneiros para lá).
Ficou famosa por ter sido o palco do evento histórico conhecido como a Queda da Bastilha, em 14 de Julho de 1789, está entre os acontecimentos mais importantes do início da Revolução Francesa.
Em Novembro de 1789 a Bastilha foi totalmente demolida.
A Tomada da Bastilha
Pintura em aguarela de 37,8 x 50,5 cm
de Jean-Pierre Houël

terça-feira, 13 de julho de 2010

A Morte de Jean-Paul Marat

A 13 de Julho de 1793.
 A monarquista Charlotte Corday entra na casa do líder revolucionário francês Jean-Paul Marat e mata-o enquanto tomava banho.
 Marat Assassiné, 1793,
(O quadro mais famoso de Revolução Francesa)
óleo sobre tela, 165cm x 128cm
de Jacques-Louis David1748-1825),
 Musées Royaux des Beaux-Arts, Bruxelas

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Gustave Courbet






Jean Desire Gustave Courbet



1819 - 1877)





Gustave Courbet é o máximo representante do Realismo francês.
Nasceu em Ornans, França a 10 de Junho de 1819. Com vinte anos de idade foi para Paris para estudar direito, no entanto, dedicou-se à pintura. Na capital francesa recebeu formação artística, e copiou obras do Museu do Louvre.
Inicialmente, pinta paisagens, especialmente os bosques de Fontainebleau e retratos, um pouco ao estilo romântico. Posteriormente Courbet desenvolveu um estilo naturalista e representou cenas da vida quotidiana, retratos, nus e paisagens.
Courbet participou na Revolução de 1848, embora não interviesse nos feitos sangrentos. A partir de 1849 torna-se realista, recusa a idealização da arte e a beleza arquetípica, nega-se a criar um mundo ideal à margem da vida, ficando a favor da representação directa do meio que nos rodeia, da representação naturalista, anti-académica e anti-clássica.
Escolhe os seus temas, na realidade quotidiana, retrata o trabalho e o trabalhador como um novo herói, a vida ao ar livre, a cidade com as suas ruas, cafés e bailes, a mulher e a morte. Acreditava que a arte poderia amenizar as contradições sociais. A sua pintura suscitou enormes polémicas pela eleição de temas tão vulgares.
A técnica de Courbet caracteriza-se por uma paleta limitada, mas vigorosa, as suas composições são simples, utiliza grossos traços de pintura muito empastada que a maior parte das vezes aplicava com espátula, principalmente nas paisagens e nas marinas, e as suas figuras possuem um modelado sólido e severo.
Courbet foi nomeado pela revolucionária Comuna de Paris em 1871, director dos museus da cidade. No entanto, após a caída da Comuna, é acusado falsamente de ter permitido o derrube da coluna triunfal de Napoleão localizada na Praça Vendôme. Encarcerado e condenado a pagar a reparação da dita coluna, decidiu exilar-se na Suíça em 1873. Lá continuará pintando até a sua morte, a 31 de Dezembro de 1877.
Estúdio do pintor, 1855
A obra é um manifesto do Realismo. Representa o seu estúdio de Paris dividindo a cena em três grupos. No centro encontra-se o próprio Couerbet, à direita, seus amigos, e à esquerda, seus inimigos, as coisas que combateu, os pobres e os perdedores.
O Esterro do Conde Ornans
É um quadro de grandes dimensões, considerado muito escandaloso pela crítica por representar um tema vulgar. O tema é um acontecimento de carácter religioso, O enterro em Ornans. Nenhum dos assistentes reza ou reflecte a sua dor, apenas encontramos umas expressões frias e congeladas. Muito poucos prestam atenção ao ataúde, ou ao padre que está oficiando o funeral.
Auto-Retrato

Courbet pintou também cenas onde aparece a mulher camponesa, mas sobretudo cultivou o nu feminino com grande liberdade.
O Banho, 1853
O quadro despertou grande indignação. Representa duas mulheres junto dum charco. Uma delas, a mais opulenta, aparece quase completamente nua e vista de costas.
A Sesta, 1866
É uma obra tratada com grande naturalismo e cheia de sensualidade. Courbet dá igual realce aos corpos como aos detalhes secundários. Na época foi vista como uma alusão ao pornográfico e à homossexualidade.

Fonte: arteespana



L'Origine du monde (A Origem do Mundo), de 1866, é um quadro pintado pelo realista Gustave Courbet a pedido do diplomata turco otomano Khalil-Bey, que solicitou ao pintor uma pintura que retratasse o nu feminino na sua forma mais crua, por ser coleccionador de imagens eróticas.
Trata-se de um óleo sobre tela de 46 cm por 55 cm que representa um plano fechado sobre o sexo e o ventre de uma mulher deitada nua sobre uma cama, com as coxas afastadas.
Arruinado pelo jogo, o diplomata teve que vender toda a sua colecção, e L'Origine du Monde foi comprado por um antiquário e escondido por trás de um outro quadro de Courbet. O seu dono seguinte, no início do século XX, terá sido Émile Vial, um cientista e coleccionador de arte japonesa.
Em 1910 ou 1913, um aristocrata e coleccionador húngaro, o barão François de Hatvany, adquiriu-o e levou-o para Budapeste. Parte da colecção de arte do barão foi roubada pelo Exército Vermelho durante a II Guerra Mundial, mas depois do conflito o seu proprietário conseguiu recuperar parte da colecção roubada, na qual se incluía L'Origine du Monde.
A obra  foi parar na sala da casa de campo do psicanalista francês Jacques Lacan, que por sua crueza, foi escondido sob uma pintura de madeira do seu cunhado André Masson (1896-1987).
Após a morte da viúva de Lacan, em 1994, o Estado francês aceitou L'Origine du Monde como doação para resolver os direitos de sucessão da família Lacan.
Finalmente, em 1995, a tela de Courbet foi exposta publicamente pela primeira vez na sua existência, no Museu d'Orsay, onde se encontra actualmente.
Curiosidade: A julgar pela venda dos postais com reproduções das obras do museu, é o segundo mais popular da instituição, após Le Moulin de la Galette, de Renoir.

Fonte: wikipedia


sábado, 10 de julho de 2010

Pierre-Paul Prud'hon







Pierre-Paul Prud'hon

1758-1823








Pierre Prud'hon, nasceu a 4 de Abril de 1758 na cidade histórica de Cluny, França. Mais tarde, adopta o segundo nome Paul em referência a Pierre Paul Rubens, passando a chamar-se Pierre-Paul Prud’hon. Morreu a 16 de Fevereiro de 1823 em Paris, foi um desenhador e pintor romântico francês, conhecido principalmente pelos seus retratos e pinturas alegóricas.
Existe alguma especulação e contradição, quanto ao percurso dos seus primeiros anos. Filho de um cortador de pedra, ficou órfão muito novo e foi confiado aos monges Beneditinos. Desde muito cedo mostrou um especial dom artístico, pelo que foi enviado pelo Bispo de Mâcon para a Academia de Arte de Dijon em 1774. Posteriormente recebe lições de François Devosge (1732-1811), e depois vai para Paris.
Em 1784 ganhou um prémio para viajar para Roma, meta de todos os pintores académicos. Ali conheceu o escultor Antonio Canova, mas não se deixou atrair pelo neoclassicismo puro e preferiu estudar os rasgos mais sensuais e decorativos de Rafael Sanzio, Correggio e Leonardo da Vinci.
De volta a França, Prud'hon atravessou uma época difícil, subsistindo com o desenho de gravuras, ilustrações e alguns retratos. Contudo, com a ascensão de Napoleão, a sua sorte mudou.
Em 1801, Napoleão encomendou-lhe retratos, enfeites de teto e pinturas alegóricas. A primeira esposa de Napoleão, Josephine, tornou-se seu patrono. Prud'hon executou muitos retratos da família do Bonaparte, entre eles um belo retrato de Joséphine.

Imperatriz Josefina
Óleo sobre tela, 244 x 179 cm
Museu do Louvre, París

 A segunda esposa de Napoleão, Marie-Louise, também admirava o seu trabalho, pelo que o elegeu como seu mestre de desenho.
Nos seus últimos anos, e após um casamento pouco afortunado, Prud'hon viveu uma agitada relação com Costance Mayer, sua discípula que se suicidou em 1821.
Em 1822 Prud’hon organiza numa exposição póstuma em homenagem a Constançe. A morte da jovem afectou-o de tal forma que, segundo alguns biógrafos, Prud’hon entrou numa depressão que o levaria à morte.

Marie-Françoise Constance Mayer,
discípula, amiga, companheira, e amante de Prud'hon

Prud'hon alcançou a fama e honra com uma obra alegórica, Justiça e vingança divina Prosseguindo Crime (1808)
Justiça e Vingança ...,
Óleo sobre tela, 244 x 294 cm
Museu do Louvre, París
Entre as suas principais obras encontra-se Crucifixión (1822),
Óleo sobre tela, 278 x 166 cm
 que pintou para a catedral de San Esteban em Metz (agora no Louvre).

As pinturas de Pierre-Paul Prud’hon, têm escurecido mal, talvez devido à qualidade do pigmento, no entanto os seus desenhos conservam uma qualidade excepcional.
O livro La Poésie du Corps mostra-nos toda a beleza do seu traço, com desenhos admiráveis.

Fonte: Pesquisa on line (Olga's Gallery, wikipedia.org) entre outros

Pode ver mais obras deste artista em Artrenewal
 ou commons.wikimedia

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Vincent Van Gogh





Van Gogh



30-03-1853

29-07-1890







Vincent Van Gogh era filho de um pastor protestante holandês, Theodorus van Gogh. Nasceu a 30 de Março de 1853 em Zundert, uma aldeia no Sul dos Países Baixos (Holanda). A Arte fez parte da sua educação, pois vários dos seus tios eram comerciantes de arte.

Vincent Van Gogh, 1866

A arte e a religião constituíram assim algumas das suas primeiras experiências de vida, à medida que crescia na casa de família juntamente com as suas três irmãs e dois irmãos.
Vincent tentou vários ofícios antes de se dedicar à pintura, trabalhou no negócio da família no comércio de arte; virou-se para a religião e pregou o evangelho; inscreveu-se na Academia de Belas Artes.
Em 1857, nasce Theo, irmão de Vincent. Theo foi um negociante de arte em Paris, que nunca abandonou Vincent, era muito dedicado ao irmão, enviava-lhe regularmente dinheiro do seu próprio bolso para que ele pudesse pintar, baptizou o seu filho com o nome de Vincent Willem. Quando Vincent morre a 29 de Julho de 1890, Theo fica destroçado e apenas lhe sobreviveu 6 meses, morrendo a 25 de Janeiro de 1891.
Em 1869, Vincent torna-se aprendiz dos comerciantes de arte de Paris, Goupil & Cie.
Em 1873, Vincent é transferido para a delegação de Londres da Goupil & Cie., onde se apaixona pela filha da sua senhoria, Eugene Loyer, mas é rejeitado por ela.
Em 1876, Vincent é despedido da Goupil & Cie. E viaja para Ramsgate, em Inglaterra, onde conseguiu um emprego como professor assistente. A escola muda-se para Londres e Vincent começa a pregar na igreja Metodista de Richmond.
Em 1880, Vincent vai para Bruxelas e inscreve-se na Academia de Belas-Artes onde não permanece. Nesse mesmo ano, com vinte e sete anos de idade, Vincent sofre uma grande depressão. Tinha falhado nas galerias de arte da família, tinha falhado como professor, tinha falhado no amor e tinha ainda visto falhada a sua aspiração de pregar o Evangelho. Vincent decidiu então tornar-se artista.
Em Abril de 1881, regressa a casa dos pais em Etten onde se apaixona pela sua prima Kee Vos e é também rejeitado por ela. Em Novembro desse mesmo ano muda-se para Haia e começa a ter lições de pintura. Apaixona-se por uma prostituta alcoólica chamada Sian Hoornick e passa a viver com ela e sua filha até 1883.
Em 1884, Vincent tem uma relação com Margot Begerman, uma vizinha, que termina com a tentativa de suicídio da parte dela.

Em 1885, o pai de Vincent morre. Pinta “os Comedores de Batatas. Muda-se para Antuérpia, onde se inscreve na Academia de Belas Artes, mas os professores rejeitam o seu trabalho.
Em 1886 vai viver com seu irmão Theo em Paris. Theo inicia-o no mundo de Monet, Renoir e outros Impressionistas. Gauguin torna-se um bom amigo.
Em Fevereiro de 1888, Vincent muda-se para Arles, no Sul de França, e sonha construir uma colónia de artistas. Em Setembro é visto a pintar à noite, na cidade, com velas presas ao chapéu. Em Outubro Gauguin junta-se a Vincent em Arles. A 23 de Dezembro Gaiguin decide deixar Arles. Vincent ameaça-o com uma navalha. Gauguin parte. Vincent corta o lóbulo da orelha com uma navalha. (Uma nova teoria, sustenta, que afinal Van Gogh não cortou a própria orelha, terá sido Gauguin, também mestre na arte da esgrima, que no calor de uma discussão por causa de uma mulher o mutilou com um golpe de espada, provavelmente, por acidente)
Em Fevereiro de 1889, Vincent é levado para o hospital sofrendo de alucinações. Pinta o seu retrato com a orelha ligada.
Em Maio de 1889, Vincent entre voluntariamente num hospício para doentes mentais em Saint-Remy. Em Julho, tem outro ataque enquanto pintava no exterior e perde a memória em resultado da inconsciência. Em Setembro, quadros seus são exibidos no Salão dos Independentes, em Paris. Em Dezembro, sofre mais ataques e tenta envenenar-se engolindo tinta.
Em Janeiro de 1890, alguns dos seus quadros são expostos no Grupo dos Vinte, em Bruxelas. “O Vinhedo Vermelho”, o primeiro e único quadro vendido durante a sua vida, foi comprado por 400 francos. Em Março, são expostos dez quadros no Salão dos Independentes. Monet considera os quadros de Vincent os melhores da exposição. Em Maio, muda-se para Auvers-sur-Oise, para estar perto do Dr. Gachet. Pinta 80 quadros. A sua relação amorosa com a pintura era tão intensa e dolorosa, como antes tinham sido as suas paixões pela igreja e as suas relações doentias pelas mulheres. A 27 de Julho, sai para um passeio nocturno e dispara sobre si próprio no peito. Regressa ao seu quarto no Café Ravoux onde o Dr. Gachet lhe coloca ligaduras e o põe na cama. Passa todo o dia seguinte na cama fumando o seu cachimbo. Theo chega para o confortar. Na noite de 29 de Julho, Vincent morre e é sepultado no dia seguinte.

Campo de trigo com corvos

Dr. Gachet, 1890, foi um grande amigo de Vincent

"Pai" Tanguy, 1887
Vincent comprava as suas tintas na loja de Julien Tanguy, em Paris.
Tanguy, um idealista e antigo "Communard", achava que os artistas mereciam ser apoiados.

Quatro Girassóis

No Verão de 1887, Vincent pintou os seus primeiros girassóis.
Os girassóis permaneceram um tema favorito e pintou-os muitas vezes.

Três pares de botas

Rosas brancas, 1890

As Oliveiras

Lírios

Vincent Van Gogh, desde que decidiu ser artista, com 27 anos, até à sua morte com 37 anos,
pintou cerca de 900 quadros e 1100 desenhos.


Fonte: Grandes Artistas, Vincent, Arte e Emoção (Texto Editora)

terça-feira, 29 de junho de 2010

Andrea del Sarto

Andrea del Sarto, Auto-Retrato (1528-30)
Fresco sobre cerâmica - 51,5 x 37,5 cm
Uffizi, Florence

Andrea d'Agnolo di Francesco di Luca di Paolo del Migliore, (1486 - 1531) foi um pintor italiano de Florença, cuja carreira floresceu durante a Alta Renascença e o Maneirismo. Embora considerado pelos seus contemporâneos como um artista senza errori (sem erros, perfeito), era frequentemente ofuscado por outros talentos da época, (como por exemplo Rafael).
O nome “del Sarto” deve-se ao facto de ser filho de um costureiro (“sarto” em italiano) Agnolo di Francesco. Sua mãe, Constanza di Silvestro, também era filha de um costureiro.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

O Maneirismo






Florença

O Rapto da Sabina (1582)

de Giambologna
1529-1608






O Maneirismo foi um movimento artístico que se desenvolveu na Europa aproximadamente entre 1515 e 1600 como uma revisão dos valores clássicos e naturalistas prestigiados pelo Humanismo.
O Maneirismo manifestou-se em Itália, na pintura, escultura e arquitectura, mas teve também grande impacto sobre as outras artes, influenciando a cultura de praticamente toda a europa. Tem um perfil de difícil definição, mas em linhas gerais caracterizou-se pela deliberada sofisticação, pela valorização da originalidade e das interpretações individuais, pelo dinamismo e complexidade das formas, e pelo artificialismo no tratamento dos temas.