sábado, 31 de julho de 2010

Antonis Mor

Antonis Mor, (1516/20-1975/6)
Pintor retratista Holandês,
Auto-retrato, 1558, óleo sobre madeira, 113x87 cm
Uffizi, Florença

quinta-feira, 29 de julho de 2010

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Maluda









MALUDA
1934-1999







Maria de Lurdes Ribeiro, conhecida por Maluda nasceu em Pangim, Goa Estado Portugês da Índia a 15 de Novembro de 1934, e morreu em Lisboa a 10 de Fevereiro de 1999.
Viveu desde 1948 em Lourenço Marques (actual Maputo), onde começou a pintar e onde formou, com mais quatro pintores, o grupo que se intitulou "Os Independentes", que expôs colectivamente em 1961, 1962 e 1963.
Em 1963 obteve uma bolsa de estudos da Fundação Calouste Gulbenkian e viajou para Portugal, onde trabalhou com o mestre Roberto de Araújo em Lisboa.
Entre 1964 e 1967 viveu em Paris, bolseira da Gulbenkian. Aí trabalhou na “Académie de la Grande Chaumière” com os mestres Jean Aujame e Michel Rodde. Foi nessa altura que se interessou pelo retrato e por composições que fazem a síntese da paisagem urbana, com uma paleta de cores muito característica e uma utilização brilhante da luz, que conferem às suas obras uma identidade muito própria e inconfundível.
Em 1969 realizou a sua primeira exposição individual na galeria do Diário de Notícias, em Lisboa.
Em 1973 realizou uma grande exposição individual na Fundação Gulbenkian, que obteve grande sucesso, registando cerca de 15.000 visitantes e lhe deu grande notoriedade a partir de então.
Entre os anos de 1976 e 1978 foi novamente bolseira da Fundação Gulbenkian, estudando em Londres e na Suíça.
A partir de 1978 dedicou-se também à temática das janelas, procurando utilizá-las como metáfora da composição público-privado.
Em 1979 recebeu o "Prémio de Pintura" da Academia Nacional de Belas Artes de Lisboa. Nesse ano realizou ainda uma exposição na Fundação Gulbenkian em Paris.
A partir de 1985, Maluda foi convidada para fazer várias séries de selos para os CTT. Dois selos da sua autoria ganharam, na “World Government Stamp Printers Conference”, em Washington, em 1987 e em Périgueux (França), em 1989, o "Prémio mundial" para o melhor selo.
Em 1994 recebeu o prestigiado "Prémio Bordalo Pinheiro", atribuído pela Casa da Imprensa. No âmbito da "Lisboa Capital da Cultura", realizou uma exposição individual no Centro Cultural de Belém em Lisboa.
Em 1998 foi agraciada pelo Presidente da República Dr. Jorge Sampaio com a Ordem do Infante D. Henrique, ao mesmo tempo que realizou a sua última exposição individual, "Os selos de Maluda", patrocinada pelos CTT.
Maluda morreu em Lisboa a 10 de Fevereiro de 1999, aos 64 anos, vítima de cancro no pâncreas. O seu corpo foi enterrado no Cemitério dos Prazeres. Em testamento, a artista instituiu o "Prémio Maluda" que, durante alguns anos, foi atribuído pela Sociedade Nacional de Belas-Artes.
Em 2009 foi publicado um livro que assinala a passagem do décimo aniversário da sua morte, reunindo a quase totalidade da sua vasta obra e que contou com o Alto Patrocínio do Presidente da República. No mesmo ano, a Assembleia da República, em Lisboa, homenageou-a com uma grande exposição retrospectiva.

Fonte: wikipedia
Estremoz, 1982
Óleo sobre tela - 60x73cm

Cabo Espichel, 1985
Óleo sobre tela - 81x65cm

Évora, 1996
Óleo sobre tela - 92x68cm

Ilha de Faro, 1978
Óleo sobre tela - 60x73cm

Lisboa, 1971
Óleo sobre tela - 73x92cm

Marvão, 1971
Óleo sobre tela - 73x92cm

Montemor-o-Novo, 1976
Óleo sobre tela - 81x65cm

Monte Alentejano, 1981
Óleo sobre tela - 22x27cm

Amália Rodrigues, 1964
Óleo sobre tela - 94x67cm

Ana Zanatti, 1974
Óleo sobre tela - 65x81cm

Prof. Victor Crespo, 1997
Óleo sobre tela - 100x71cm

Teresa Silva Carvalho, 1971
Óleo sobre tela - 81x65cm

Maluda, Auto retrato, 1968
Óleo sobre tela - 65x81cm

Romã, 1984

domingo, 18 de julho de 2010

Dados Cronológicos

A 18 de Julho de 1610 morre
Pormenor do quadro de Caravaggio
A Ceia em Casa de Ammaus

A 18 de Julho de 1721 morre
Jean-Antoine Watteau, mais conhecido por Antoine Watteau ou simplesmente Watteau,
(10 de Outubro de 1684, Valenciennes, França - 18 de Julho de 1721, Nogent-sur-Marne)
Pintor francês do movimento rococó.

sábado, 17 de julho de 2010

Giulio Romano

Auto-Retrato de Giulio Romano (1499?-1546)
Pastel sobre papel, 55 x 41 cm
Galeria Uffizi, Florença

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Dados Cronológicos

A 16 de Julho de 1723 nasceu
Joshua Reynolds (16 de Julho de 1723 – 23 de Fevereiro de 1792),
 pintor inglês retratista
Auto-Retrato

A 16 de Julho de 1828 nasceu
José Rodrigues de Carvalho (Lisboa, 16 de Julho de 1828 — Lisboa, 19 de Outubro de 1887)
Pintor Português da época romântica
Auto-retrato

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Angelica Kauffmann







ANGELICA KAUFFMANN

1741-1807







Maria Anna Katharina Angelica Kauffmann, nasce a 30 de Outubro de 1741 Chur, Suíça e morre a 5 de Novembro de 1807) foi una pintora suíça/austriaca.
Seu pai, Johann Josef Kauffmann, era um pintor medíocre, mas soube desempenhar muito bem o papel de professor no ensino precoce de sua filha.
Angelica Kauffmamm, foi o que se pode chamar uma criança superdotada, aprendeu vários idiomas (falava fluentemente alemão, francês, Italiano e inglês), lia incessantemente, e mostrava um talento especial pela música. No entanto o seu maior progresso foi na pintura, ao fazer doze anos já se tinha tornado famosa.
Em 1754 seu pai levou-a pela primeira vez a Milão. Posteriormente visitou Itália em visitas mais prolongadas sendo festejada em todos os lugares onde ia, tanto pelo seu talento como pelo seu encanto pessoal.
No caderno de notas de Sir Joshua Reynolds, aparece com frequência o nome da pintora, como Miss Angelica ou Miss Angel, e em 1766 ele pinto-a, e ela retribuiu a gentileza com o seu Retrato de Sir Joshua Reynolds. Foi sem dúvida, por influência de Sir Joshua Reynolds, que Angelica foi uma das fundadoras da Royal Academy, constando o seu nome nas assinaturas da famosa petição ao rei para que fosse fundada uma Academia Real de Pintura y Escultura.
Sua amizade com Reynolds foi criticada em 1775 pelo académico Nathaniel Hone no seu quadro satírico O prestidigitador, em que atacava a moda da arte renascentista italianizada; ridiculizava Reynolds, e incluía una caricatura nua de Angelica Kauffmann, mais tarde Hone pintou por cima, depois da obra ter sido rejeitada pela Royal Academy.
Apesar da popularidade que Kauffmann desfrutava na sociedade inglesa e do seu êxito como artista, estava decepcionada pela relativa apatia que os ingleses sentiam perante a pintura de história. Assim, abandonou Inglaterra e foi para o continente, onde este género era mais estimado e melhor pago.
Depois da morte de seu primeiro marido (foi um casamento desastroso e estava separada há muito tempo), casa-se com Antonio Zucchi (1728–1795), um artista veneziano, que residia na altura em Inglaterra.
Em 1782 morreu seu pai e em 1795 seu marido. Seguiu contribuindo para a Academia de maneira intermitente, expondo pela última vez em 1797.
A 5 de Novembro de 1807 morreu em Roma, sendo honrada com um esplêndido funeral dirigido por Canova. Toda a Academia di San Luca, com numerosos eclesiásticos e virtuosos, a seguiram até a sua sepultura em San Andrea delle Fratte, e, como no funeral de Rafael, dois dos seus melhores quadros foram levados em procissão.
Em 2007 os correios austríacos emitiram um selo postal coincidindo com o 200 aniversário da sua morte, ilustrado com o seu Selbstbildnis in Wäldertracht (Autorretrato con traje típico de Vorarlberg) de 1781, que se encontra actualmente no Museu Provincial do Tirol (Tiroler Landesmuseum Ferdinandeum), en Innsbruck.


Fonte: wikipedia

Rembrandt

15 de Julho, dia do nascimento de
Rembrandt Harmenszoon van Rijn (15-7-1606 – 4-10-1669)
Auto-Retrato (Desenhando à Janela)
Gravura em metal, 1640

quarta-feira, 14 de julho de 2010

A Tomada da Bastilha

A Bastilha foi construída como "Bastião de Saint-Antoine" durante a Guerra dos Cem Anos, por Carlos V da França. Inicialmente serviu apenas como mero portal de entrada para o bairro de Saint-Antoine, mas de 1370 a 1383 o portal foi ampliado e reformado transformando-se numa fortaleza, que serviria para defender o lado leste de Paris, e num palácio real que ficava nas proximidades. Após a guerra, começou a ser utilizada pela realeza francesa como prisão estadual (o rei Luís XIII foi o primeiro a enviar prisioneiros para lá).
Ficou famosa por ter sido o palco do evento histórico conhecido como a Queda da Bastilha, em 14 de Julho de 1789, está entre os acontecimentos mais importantes do início da Revolução Francesa.
Em Novembro de 1789 a Bastilha foi totalmente demolida.
A Tomada da Bastilha
Pintura em aguarela de 37,8 x 50,5 cm
de Jean-Pierre Houël

terça-feira, 13 de julho de 2010

A Morte de Jean-Paul Marat

A 13 de Julho de 1793.
 A monarquista Charlotte Corday entra na casa do líder revolucionário francês Jean-Paul Marat e mata-o enquanto tomava banho.
 Marat Assassiné, 1793,
(O quadro mais famoso de Revolução Francesa)
óleo sobre tela, 165cm x 128cm
de Jacques-Louis David1748-1825),
 Musées Royaux des Beaux-Arts, Bruxelas

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Gustave Courbet






Jean Desire Gustave Courbet



1819 - 1877)





Gustave Courbet é o máximo representante do Realismo francês.
Nasceu em Ornans, França a 10 de Junho de 1819. Com vinte anos de idade foi para Paris para estudar direito, no entanto, dedicou-se à pintura. Na capital francesa recebeu formação artística, e copiou obras do Museu do Louvre.
Inicialmente, pinta paisagens, especialmente os bosques de Fontainebleau e retratos, um pouco ao estilo romântico. Posteriormente Courbet desenvolveu um estilo naturalista e representou cenas da vida quotidiana, retratos, nus e paisagens.
Courbet participou na Revolução de 1848, embora não interviesse nos feitos sangrentos. A partir de 1849 torna-se realista, recusa a idealização da arte e a beleza arquetípica, nega-se a criar um mundo ideal à margem da vida, ficando a favor da representação directa do meio que nos rodeia, da representação naturalista, anti-académica e anti-clássica.
Escolhe os seus temas, na realidade quotidiana, retrata o trabalho e o trabalhador como um novo herói, a vida ao ar livre, a cidade com as suas ruas, cafés e bailes, a mulher e a morte. Acreditava que a arte poderia amenizar as contradições sociais. A sua pintura suscitou enormes polémicas pela eleição de temas tão vulgares.
A técnica de Courbet caracteriza-se por uma paleta limitada, mas vigorosa, as suas composições são simples, utiliza grossos traços de pintura muito empastada que a maior parte das vezes aplicava com espátula, principalmente nas paisagens e nas marinas, e as suas figuras possuem um modelado sólido e severo.
Courbet foi nomeado pela revolucionária Comuna de Paris em 1871, director dos museus da cidade. No entanto, após a caída da Comuna, é acusado falsamente de ter permitido o derrube da coluna triunfal de Napoleão localizada na Praça Vendôme. Encarcerado e condenado a pagar a reparação da dita coluna, decidiu exilar-se na Suíça em 1873. Lá continuará pintando até a sua morte, a 31 de Dezembro de 1877.
Estúdio do pintor, 1855
A obra é um manifesto do Realismo. Representa o seu estúdio de Paris dividindo a cena em três grupos. No centro encontra-se o próprio Couerbet, à direita, seus amigos, e à esquerda, seus inimigos, as coisas que combateu, os pobres e os perdedores.
O Esterro do Conde Ornans
É um quadro de grandes dimensões, considerado muito escandaloso pela crítica por representar um tema vulgar. O tema é um acontecimento de carácter religioso, O enterro em Ornans. Nenhum dos assistentes reza ou reflecte a sua dor, apenas encontramos umas expressões frias e congeladas. Muito poucos prestam atenção ao ataúde, ou ao padre que está oficiando o funeral.
Auto-Retrato

Courbet pintou também cenas onde aparece a mulher camponesa, mas sobretudo cultivou o nu feminino com grande liberdade.
O Banho, 1853
O quadro despertou grande indignação. Representa duas mulheres junto dum charco. Uma delas, a mais opulenta, aparece quase completamente nua e vista de costas.
A Sesta, 1866
É uma obra tratada com grande naturalismo e cheia de sensualidade. Courbet dá igual realce aos corpos como aos detalhes secundários. Na época foi vista como uma alusão ao pornográfico e à homossexualidade.

Fonte: arteespana



L'Origine du monde (A Origem do Mundo), de 1866, é um quadro pintado pelo realista Gustave Courbet a pedido do diplomata turco otomano Khalil-Bey, que solicitou ao pintor uma pintura que retratasse o nu feminino na sua forma mais crua, por ser coleccionador de imagens eróticas.
Trata-se de um óleo sobre tela de 46 cm por 55 cm que representa um plano fechado sobre o sexo e o ventre de uma mulher deitada nua sobre uma cama, com as coxas afastadas.
Arruinado pelo jogo, o diplomata teve que vender toda a sua colecção, e L'Origine du Monde foi comprado por um antiquário e escondido por trás de um outro quadro de Courbet. O seu dono seguinte, no início do século XX, terá sido Émile Vial, um cientista e coleccionador de arte japonesa.
Em 1910 ou 1913, um aristocrata e coleccionador húngaro, o barão François de Hatvany, adquiriu-o e levou-o para Budapeste. Parte da colecção de arte do barão foi roubada pelo Exército Vermelho durante a II Guerra Mundial, mas depois do conflito o seu proprietário conseguiu recuperar parte da colecção roubada, na qual se incluía L'Origine du Monde.
A obra  foi parar na sala da casa de campo do psicanalista francês Jacques Lacan, que por sua crueza, foi escondido sob uma pintura de madeira do seu cunhado André Masson (1896-1987).
Após a morte da viúva de Lacan, em 1994, o Estado francês aceitou L'Origine du Monde como doação para resolver os direitos de sucessão da família Lacan.
Finalmente, em 1995, a tela de Courbet foi exposta publicamente pela primeira vez na sua existência, no Museu d'Orsay, onde se encontra actualmente.
Curiosidade: A julgar pela venda dos postais com reproduções das obras do museu, é o segundo mais popular da instituição, após Le Moulin de la Galette, de Renoir.

Fonte: wikipedia