terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Jackson Pollock



Jackson Pollock
1912-1956

Um dos expoentes do movimento a que chamaram de expressionismo abstracto.




Paul Jackson Pollock, pintor norte-americano, nasceu a 28 de Janeiro de 1912 em Cody e morreu a 11 de Agosto de 1956 em East Hampton
Pollock não era um pintor “nato”. Aos dezasseis anos, começou como escultor, mas antes de atingir os dezoito anos, passaria para a pintura.
De 1936 a 1942, trabalhou no Federal Art Project, como fizeram muitos dos futuros chefes da escola de New York.
O seu trabalho foi pela primeira vez exposto na galeria MacMillan, numa exposição internacional, e três anos depois fez uma exposição individual na galeria Art of this Century, de Peggy Guggenheim, seguindo-se um contrato com esta, que lhe permitiu dedicar-se unicamente à pintura. No fim de 1940 Peggy Guggenheim trouxe pela primeira vez o trabalho de Pollock à Europa.
Em 1944, Pollock casou com Lee Krasner, também pintora, viveu em Nova Iorque e depois em Long Island.
Morreu num acidente de automóvel em 1956.

Homem Nu com Faca
Óleo sobre tela, 127 x 91,4 cm
Tate Gallery, Londres

A Chama
Óleo sobre tela, 51,1 x 76,2 cm
MoMA, Nova Iorque, Estados Unidos

Number 1, (Lavender Mist)
Óleo, esmalte (enamel) e alumínio sobre tela, 223,5 x 302,3 cm

Fonte: Expressionismo Abstracto, Barbara Hess, TASCHEN

sábado, 25 de dezembro de 2010

Nikias Skapinakis





Nikias Skapinakis
1931






Nikias Skapinakis, de ascendência grega nasceu em Lisboa em 1931. Em algumas entrevistas, ele evoca o estímulo e apoio que recebeu da família para apreciar as obras-primas da História da Arte e iniciar-se na aprendizagem artística, aos 14 anos. Ao mesmo tempo que frequentava o liceu, Nikias estuda pintura e desenho com os pintores Domingos Rebelo, Duarte de Almeida e Emmérico Nunes, nos cursos da Sociedade Nacional de Belas-Artes (SNBA).
Após a conclusão do liceu, dá continuidade aos estudos artísticos, inscrevendo-se no curso de Arquitectura da Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa (ESBAL). Contudo, passados três anos, Nikias desiste da formação académica. Seria pouco tempo depois expulso da Escola, como outros alunos, na sequência de um processo académico de natureza política. Esta expulsão veio, no entanto, apenas reforçar uma decisão que já tinha tomado – a de não mais entrar como aluno na ESBASL. Para além de se sentir sem vocação para a Arquitectura, considera que o ensino académico praticado em Lisboa é obsoleto e conservador. Deste modo, ao mesmo tempo que sente o apelo da pintura, torna-se, voluntariamente, autodidacta.
Começou por expor em 1948, nas Exposições Gerais de Artes Plásticas, e, desde então, realizou diversas exposições individuais e participou em numerosas colectivas em Portugal e no estrangeiro. Além da pintura a óleo, como actividade dominante, dedicou-se à litografia, à serigrafia e à ilustração de livros. Entre outras obras, ilustrou Quando os Lobos Uivam, de Aquilino Ribeiro (Livraria Bertrand, 1958) e Andamento Holandês, de Vitorino Nemésio (Imprensa Nacional, 1983). Executou litografias para o Congresso de Psicanálise de Línguas Românicas (1968) e para o Cinquentenário do Banco Português do Atlântico (1969). Executou serigrafias para Kompass (1973).
É autor de um dos painéis do Café "A Brasileira do Chiado" (1971) e participou na execução do painel comemorativo do 10 de Junho de 1974.
Em 1963 obteve a Bolsa Malhoa da Sociedade Nacional de Belas-Artes. Em 1976-1977 foi-lhe concedido um subsídio para investigação pela Fundação Calouste Gulbenkian.
Em 1985, o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian mostrou uma exposição antológica da sua pintura, completada com uma retrospectiva da obra gráfica e guaches na Sociedade Nacional de Belas-Artes.
Em 1993 apresentou no Palácio Galveias (C.M.L.) uma antologia de desenhos realizados a partir de 1985.
Em 1996, o Museu de Arte Contemporânea do Chiado realizou uma retrospectiva de retratos (1955-74).
Em 2000, o Museu de Arte Moderna da Fundação de Serralves apresentou a exposição antológica "Prospectiva", que reuniu pintura e desenho entre 1966 e 2000.
No ano de 2005 recebeu o Grande Prémio Amadeo de Souza Cardoso e realizou um painel em cerâmica para o Metropolitano de Lisboa. No ano seguinte, a Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva apresentou a série de pinturas “Quartos Imaginários” relativa a quartos de dormir e a ateliês de diversos pintores e poetas.
Em 2006, foi-lhe atribuído o primeiro prémio do Casino da Póvoa de Varzim. Tem publicado textos de intervenção crítica em diversos jornais e revistas.
Vive e trabalha em Lisboa.

Os Artistas Unidos produziram, em 2007, um filme realizado por Jorge Silva Melo intitulado NIKIAS SKAPINAKIS: O TEATRO DOS OUTROS (edição Midas).

Paisagem da Trafaria, 1955
Série “Lirismo expressionista”
Óleo sobre tela, 50 x 64 cm
Colecção do Autor

Quintais de Lisboa, 1956
Série “Lirismo expressionista”
Óleo sobre tela, 100 x 73 cm
Colecção Particular

Tertúlia, 1960
Óleo sobre tela, 72,3 x 100 cm
Colecção do Autor

Retrato de Almada Negreiros, 1958
Óleo sobre tela, 81 x 54 cm
Colecção Museu de Luanda

Mulher a fazer malha, 1956
Óleo sobre tela, 100 x 73 cm
Colecção Particular

Estudo para Marquise, 1962
Óleo sobre tela, 100 x 73 cm
Colecção Sociedade Nacional de Belas-Artes de Lisboa
(Bolsa Malhoa, 1963)

Delacroix no 25 de Abril em Atenas, 1975
Série “Para o estudo da melancolia em Portugal”
Óleo sobre tela, 145 x 235 cm
Colecção Particular

Pimentão vermelho, 1978
Série “ A cesta de Deméter”
Óleo sobre tela, 52 x 80 cm
Colecção do Autor

Mãos Dadas, 2001
Série “Retratos de Ausênsia”
Óleo sobre tela, 200 x 130 cm
Colecção Casino da Póvoa, Póvoa do Varzim, Portugal

Estátua de Fernando Pessoa Autor Desconhecido, 2003
Óleo sobre ela, 65 x 50cm
Colecção Particular

O Quarto Secreto de Vieira e Arpad, 2005
Série “Quartos Imaginários”
Óleo sobre tela, 100 x 73 cm
Colecção do Autor

e Nikias Skapinakis, Pintores Portugueses (Leonor de Oliveira)

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Thomas Cole






Thomas Cole
1801-1848


Pintor naturalizado americano,
 considerado o fundador da Escola do Rio Hudson.





Thomas Cole nasceu em Inglaterra, em 1801. Criança ainda, partiu com os pais para a América, indo residir na fronteira do Ohio. Tornou-se pintor autodidacta e em 1826, acabou por se fixar em Catskill, uma vila na baía de Hudson, indo por vezes aos estados do Norte para esboçar pontos que lhe interessavam e serviam de base para o seu trabalho no estúdio durante o Inverno.
A sua obra obteve êxito imediato. Era um misto de realismo e subjectivismo, devido, em parte, ao seu método de trabalho, censurado pelos seus contemporâneos.
Cole visitou várias vezes a Europa e sentia-se perseguido pelo cenário europeu e pelas suas tradições históricas. Simpatizava com a escola romântica, de que tentava servir-se como exemplo para os seus trabalhos. A partir de 1832, pintou uma série de alegorias baseadas na passagem do tempo.
Esses trabalhos eram encomendados por vários membros do círculo intelectual da época. Fizeram-se estampas e gravuras dos seus quadros Passado, Presente e das quatro cenas de A Viagem da Vida, que se tornaram populares em toda a América, mas que foram prejudicadas pelo excesso de elaboração e vulgaridade. A sua obra mais representativa é O Sonho do Arquitecto, datada de 1840, uma pesada tela em que expressa a sua concepção da vida como um sonho.
Morre a 11 de Fevereiro de 1848 em Catskill.

O Sonho do Arquitecto
Óleo sobre tela
Toledo Museum of Art, Toledo, Ohio, Estados Unidos

O Passado, 1838
Óleo sobre tela
Mead Art Museum, Amherst College , Estados Unidos

O Presente, 1838
Óleo sobre tela
Mead Art Museum, Amherst College , Estados Unidos

O Pic-nic, 1846
Óleo sobre tela
The Brooklyn Museum, New York, Estados Unidos

A Viagem da Vida, 1840 (Uma das quatros cenas)
Munson-Williams-Proctor Institute Museum of Art
Utica, New York, Estados Unidos
O Meandro do Connecticut, 1836
Óleo sobre tela, 131 x 193 cm
Metropolitan Museum of Art, Vew York, Estados Unidos
(Doação de Mrs. Russel Sage, 1908)

Mais obras de Thomas Cole em:

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Uma outra forma de Arte

First Impressions, Los Angeles, California, 2007
Fotografia de Marco Romano Bhimani,
galardoada com o prémio de mérito pela B&W Magazine

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Washington Allston






Washington Allston
779-1843

Poeta, e o mais célebre pintor romântico Americano







Washington Allston nasceu na Carolina do Sul, em 1779. Estudou em Newport e em Harvard, tendo passado a maior parte da vida em Boston. Ao reconhecer a vocação artística, partiu para Londres, onde permaneceu dois anos. De 1803 a 1804, viveu em Paris, onde estudou no Louvre, relacionando-se com os pintores contemporâneos. Nesse último ano, partiu para Itália, e ficou encantado com a pintura veneziana, admirando especialmente Tiziano, Veronese e Tintoretto. Exceptuando uma curta estada na América, viveu na Europa até 1818.
Antes de voltar à América, a sua obra foi vasta. Apesar de nos seus quadros se notar um certo romantismo, revela-se também a influência do classicismo. Allston foi o primeiro pintor americano que, inspirado na grandiosidade da Natureza, explorou os recursos da própria imaginação. A partir de 1818, a sua obra tornou-se mais lírica e fantasista, mas diminuiu consideravelmente.
Morre em 1843 com 63 anos em Cambridge, Massachusetts nos Estados Unidos.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Rogier Van der Weyden, pintor holandês (1400-1468)

Madalena, 1452
Óleo sobre madeira, 41 x 34 cm
Museu do Louvre, Paris

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

O Cavalo Branco de Napoleão

Napoleão Bonaparte
Óleo sobre tela, 231 x 246 cm
Obra de Jacques Louis David (1748-1825), pintor da corte de Napoleão Bonaparte.

Curiosidades
A Sociedade da época, comentava os retratos realçando a forma garbosa do retratado a beleza das cores e toda a envolvência do quadro. Quem ainda não tinha visto as obras perguntava expectante: - E então!  qual é a cor do cavalo branco de Napoleão? -.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Photoshop

 Hoje comecei a usar o photoshop, dizem que faz maravilhas, mas para mim é uma ferramenta nova, cheia de muitos comandos, que ainda não consigo dominar. Contudo, depois de muitas asneiras, já consegui transformar este desenho a grafite, num pimento encarnado. É um começo, com o tempo vou fazer melhor.
Tinha-me esquecido que o pé do Pimento era verde. Aqui fica a correcção.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Arcangelo Resani

Arcangelo Resani (1670-1742)
Auto-retrato, 1713
Óleo sobre tela, 105 x 87,3 cm
Uffizi, Florença, Itália

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Eduardo Malta




Eduardo Malta
1900-1967

Pintor e retratista português cuja fama ultrapassou fronteiras.



Eduardo Augusto D'Oliveira Morais Melo Jorge Malta conhecido como Eduardo Malta, nasceu na Covilhã a 28 de Outubro de 1900 e faleceu em Óbidos em 1967.
Aluno da Escola Superior de Belas-Artes do Porto, conquistou em 1936 o Prémio Columbano, e a medalha de ouro da Exposição Internacional de Paris de 1937.
Eduardo Malta repartiu a sua existência pelo retrato, pela ilustração, pela pintura de ficção e ainda por obras literárias.
Foi porém como retratista, que Eduardo Malta realizou o máximo das suas possibilidades, pintando cerca de um milhar de retratos a que o grande poeta Teixeira de Pascoaes se referia dizendo" Os retratos de Eduardo Malta vivem carnal e espiritualmente".
Espírito ávido de cultura, escreveu também livros, como "Do Meu Ofício de Pintar" e "Retratos e Retratados". 

Amália Rodrigues

Cravos

Nú, 1941
O Século Ilustrado, Nº. 176, 17 de Maio de 1941

Inês. Cabrocha Brasileira, 1938
Óleo sobre tela, 91,5x119 cm
Oferta de Dulce Malta, 1956
Inv. 260  - Museu José Malhoa, Caldas da Rainha, Lisboa

Retrato de Henrique da Gama Barros
Presidente do Tribunal de Contas de 1900 a 1911
Tribunal de Contas, Lisboa

Retrato de Mouzinho da Silveira
Ministério das Finanças, Lisboa

Desenhos alusivos à 1ª. Exposição Colonial Portuguesa de 1934
O Príncipe Abdulah retratado por Eduardo Malta


Mulher Nangombe por Eduardo Malta

Eduardo Malta - Músico Macaense

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Desenhos

Grafite sobre papel
Nestes dias tão frios, apetece ficar na camilha à braseira a fazer uns rabiscos,
tendo como modelo aquilo que temos mais à mão.