quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Escola de Barbizon

A Escola de Barbizon representa uma corrente artística que se manifestou ao nível da pintura, na segunda metade do século XIX. Esta corrente foi desenvolvida por um grupo de pintores franceses românticos que, na generalidade, se interessavam pela temática da pintura paisagística e se reuniam e trabalhavam na aldeia de Barbizon, na floresta de Fontainebleau.
A sua principal contribuição artística foi a prática de pintura directamente da natureza, ao ar livre, recusando o trabalho em estúdio com base no esboço. Este reencontro com a natureza, de espírito claramente romântico, afastou-os definitivamente do neoclassicismo e do conceito de paisagem italiana que servia para a inserção de figuras heróicas. As suas principais influências foram os mestres flamengos do século XVII e os paisagistas ingleses, como John Constable.
O seu líder era o pintor Théodore Rousseau. No entanto, o elemento mais destacado foi Charles-François Daubigny. Destacam-se ainda os artistas Diaz de la Peña (1808-1876) e Jules Dupré (1811-1889).
Normalmente incluem-se Millet e Corot no grupo de Barbizon. No entanto, embora Millet tivesse desenvolvido alguma actividade nesta aldeia, os seus interesses, centrados mais no camponês e nas condições de vida da população, afastam-no da vocação estritamente paisagística dos restantes pintores.
A temática dos trabalhos destes artistas bem como a técnica pictórica, o cromatismo livre e a capacidade para interpretação da luz colocam-nos entre os precursores do Impressionismo.
Fonte: Escola de Barbizon. In Infopédia, Porto Editora

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Lawrence Alma-Tadema

Lawrence Alma-Tadema, 1836-1912
Auto-retrato, 1896
Óleo sobre tela, 65,7 x 52,8 cm
Uffizi, Florença, Itália

sábado, 8 de janeiro de 2011

Francisco Maya








Francisco Maya

1915-1993







Francisco José Peile da Costa Maya nasce em 1915 em Lisboa na casa de Santa Isabel, na freguesia do mesmo nome, residência da família desde o século XVI.


Surdo-mudo de nascença, estuda e aprende a falar sob a correcção do professor José da Cruz Filipe, através da leitura labial.


Em 1927 entra para a Casa Pia, onde estuda e 1936, frequenta as aulas de desenho e pintura na escola de Belas Artes de Lisboa onde obtém o diploma de autodidacta.


Em 1943 expõe pela primeira vês numa mostra individual. Passa a ser convidado para colaborar nos salões de Verão, Outono e Inverno, na Sociedade Nacional de Belas Artes da qual se torna sócio. Participa igualmente nos salões de turismo da Costa do Sol e Casino Estoril, onde recebe prémios, medalhas e menções honrosas.
Em 1962 casa com Gilda Maria, também pintora.
Em 1978, adoece na Madeira onde estava a passar uns tempos, o que o leva a prolongar a estadia. O seu Atelier naquela cidade passa a ser visitado por coleccionadores estrangeiros, e parte das suas obras foram para França, Alemanha, Holanda, Inglaterra, Suécia, e EUA.
Em 1993, ainda visita Paris, pela última vez. Em Julho desse mesmo ano vai descansar para a sua casa em Porto Santo, em Agosto adoece e morre a 11 de Outubro.

 Óleo, 28 x 18 cm
Colecção Particular

Óleo, 70 x 54 cm
Colecção Particular

Óleo, 41 x 22 cm
Colecção Particular

Óleo, 160 x 130 cm
Colecção Particular

Óleo, 45 x 103 cm
Colecção do Banco Comercial Português, Portugal

Sagres
Óleo, 74 x 94 cm
Colecção Particular

Pietá
Óleo, 21 x 31 cm
Colecção Particular

Aguarela, 26 x 17 cm
Colecção Particular

Aguarela, 34,5 x 50 cm
Colecção Particular

Colecção do Artista

Crayon, 25 x 35 cm
Colecção Particular

Óleo, 70 x 54 cm
Colecção Particular

“(…) Sentia-me junto a um mestre, com toda a magia que isso representa. Não esqueço o seu expressivo olhar de um profundo azul, em momentos que me despertaram um maior interesse pelo mundo da Arte. Então, compreendi melhor porque é que a sua obra – cerca de oitocentos trabalhos – se encontra espalhada pelos quatro cantos do mundo e como quando se ama realmente a Arte, podemos sentir “vaidade” em usufruir das obras de um artista.
Muitos admiradores da Obra de meu Pai têm manifestado por ela um enorme apreço. Recordo-me, por exemplo, um deles comentá-la, afirmando: “Num horizonte aberto vibram azuis onde a separação do mar e do céu nasce de uma perspectiva musical em que se manifestam força, calma e serenidade. (…)”
Cascais, 23 de Julho de 1996
Delfim Maya
(Filho do artista)

 Óleo, 35,5 x 55 cm
Colecção Particular

Aprendi a compreender e a conhecer o seu mundo. Não só por ser surdo-mudo, mas por ter uma sensibilidade infinita, calma, serena, conjuntamente com a alegria que transmitia no seu olhar.
Teve uma esposa única: o seu grande complemento e inspiração, que é a minha mãe.
Fomos uma família diferente!
Herdei deste mundo, o ser leal, o estar com todos e ao mesmo tempo só.
Ofereci-lhe a felicidade de uma neta com a sua fisionomia.
Desse mar da travessa, entre as duas ilhas onde quiseste ficar, sinto-me tão longe e ao mesmo tempo tão perto.

Funchal, 30 de Agosto de 1996
Francisco
(Filho do artista)


“(…) uma obra liberta do seu tempo, inscrita numa intemporalidade romântica, metafísica, definindo uma poética de madrugadas e crepúsculos. (…)”
Bom Sucesso, 5 de Abril de 1996
José Augusto Lagoa Henriques
(Escultor, Professor)




“(…) Hoje, no mar de extensos horizontes, onde quiseste a tua última morada, é onde te procuro com saudade. (…)”

Cascais, 11 de Novembro de 1995
Gilda Maria
(Esposa do Artista)

Fonte: Francisco Maya, livro editado em 1996 (Projecto de Delfim Maya, filho do artista)

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

James Barry

James Barry, 1741-1806 (auto-retrato)
Óleo sobre tela, 76 x 63 cm
National Gallery of Ireland, Dublin

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Malangatana








Malangatana
1936-5/1/2011








Malangatana Valente Ngwenya nasceu a 6 de Junho de 1936 em Matalana, distrito de Marracuene, Moçambique. Passou a infância ajudando sua mãe na fazenda enquanto frequentava a Escola da Missão Suíça protestante, onde aprendeu a ler e a escrever, e após o seu encerramento, na Escola da Missão Católica, concluindo a terceira classe em 1948.
Aos 12 anos de idade, mudou-se para Lourenço Marques (actual Maputo) à procura de trabalho, tendo trabalhado em vários ofícios. Em 1953 arranjou trabalho como apanhador de bolas num clube de ténis, o que lhe permitiu retomar os estudos, estudava à noite e aí descobriu o seu interesse pelas artes. Teve como mestre, o arquitecto Garizo do Carmo. Um dos membros do clube de ténis, Augusto Cabral, ofereceu-lhe material de pintura e ajudou-o a vender os seus primeiros trabalhos.
Em 1958, ingressou no Núcleo de Arte, uma organização artística local, recebendo o apoio do pintor Zé Júlio. No ano seguinte, expôs a sua arte publicamente, pela primeira vez, numa exposição colectiva, passando a artista profissional graças ao apoio oferecido pelo arquitecto português Pancho Guedes, através da cedência de um espaço para ateliêr e, através da aquisição mensal de dois quadros.
Em 1961, com 25 anos, fez a sua primeira exposição individual, no Banco Nacional Ultramarino e, em 1963, publicou alguns dos seus poemas no jornal “Orfeu Negro” e foi incluído na “Antologia da Poesia Moderna Africana”.
Nessa altura é indiciado como membro da FRELIMO, ficando preso na Cadeia de Machava, até ser absolvido a 23 de Março de 1966. A 4 de Janeiro de 1971, foi detido com o intuito de que esclarecesse o simbolismo do quadro "25 de Setembro" que tinha exposto recentemente no Núcleo de Arte, pondo em risco a sua partida para Portugal, onde tinha obtido uma bolsa da Fundação Gulbenkian para estudar gravura e cerâmica.
Depois da independência de Moçambique, foi eleito deputado em 1990, pela FRELIMO, em 1998 foi eleito para a Assembleia Municipal de Maputo e reeleito em 2003, participou em acções de alfabetização e na organização das aldeias comunais na Província de Nampula. Foi um dos fundadores do “Movimento Moçambicano para a Paz” e fez parte dos “Artistas do Mundo contra o Apartheid”.
Faleceu a 5 de Janeiro de 2011 no Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, Portugal.
A sua obra, gira à volta dos acontecimentos políticos e históricos de Moçambique, focando-se até 1975 nas injustiças do colonialismo português e sobre a luta anticolonial e depois da independência sobre os temas em foco no país tais como a guerra civil. Após esse período a sua obra começou-se a focar sobre temas mais amplos e universais, capturando a dureza da vida e os seus aspectos heróicos, passando a partir dos anos 80 a ter um carácter mais sensual e muito marcado sobre o amor
Ao longo dos anos, realizou imensas exposições individuais em Moçambique, Alemanha, Áustria, Bulgária, Chile, Cuba, Estados Unidos, Espanha, Índia, Macau, Portugal e Turquia. Tem vários murais pintados ou gravados em cimento em Maputo e em outros países. É também conhecido pela sua Pintura, Desenho, Aguarela, Gravura, Cerâmica, Tapeçaria e Escultura, encontrando-se representado em vários museus e galerias públicas, bem como em colecções privadas, por todo o Mundo.
Malangatana, foi galardoado com a medalha Nachingwea, pela sua contribuição para a cultura moçambicana, e foi investido Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.
Em 1997 foi nomeado "Artista pela Paz" pela UNESCO e recebeu o prémio Príncipe Claus.
Em 2010, recebeu o título de "Doutor Honoris Causa", pela Universidade de Évora e, a condecoração, atribuída pelo governo francês, de "Comendador das Artes e Letras".
Malangatana também foi um dos poucos estrangeiros a ser nomeado membro honorário da Academia de Artes da República Democrática Alemã.













EXPOSIÇÃO

As negras das lagoas
fazem exposição
de quadros nus e tristes
com os próprios corpos as artistas
pintam no fundo da parede de caniço

É uma exposição permanente
e uma galeria de quadros humanos
que se vendem na galeria livre
uma galeria mais que pública
inaugurada pelo primeiro que chegou

Os quadros adquiridos
são pagos no quarto da negra
depois de oferecer a sua carne
e o adquiridor nunca leva o seu quadro
fica para outro paraquedista

Fontes: wikipedia e outras fontes da net

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Philippe de Champaigne




Philippe de Champaigne
1602-1674

Notável retratista




Philippe de Champaigne nasceu em Bruxelas, onde se exercitou como paisagista.
Em 1621, foi para Paris, e aí encontrou Poussin, com quem colaborou nas decorações do Palácio do Luxemburg. Depois de uma curta visita a Bruxelas, tornou-se, em 1628, pintor da rainha-mãe, Maria de Medicis. Ganhou o favor de Luís XIII e pintou um retrato do rei coroado pela Vitória, com paisagem de fundo de La Rochelle, onde os protestantes tinham sido derrotados pouco antes.

Em 1643 Champaigne entrou em contacto com as freiras de Port-Royal, quando as suas filhas foram para o convento. Juntamente com muitos outros homens graves do seu tempo, foi atraído pela doutrina severa e sincera dos jansenistas. (O jansenismo foi um movimento de carácter dogmático, moral e disciplinar, que assumiu também contornos políticos, e se desenvolveu principalmente em França e na Bélgica, nos séculos XVII e XVIII, em reacção a certas doutrinas e práticas no seio da Igreja Católica. Tem esse nome por ter origem nas ideias do bispo de Ypres, Cornelius Jansen). As consequências deste ensino podem ser vistas em todas as obras executadas por Champaigne depois dessa data.
Finalmente rejeitou o estilo barroco, e as suas últimas obras, muitas vezes retratos de grupos citadinos, atingem real originalidade nas atitudes retraídas e na coloração sóbria. A obra-prima deste período é uma pintura votiva, produzida em agradecimento pela cura de sua filha, atacada em 1660 por uma paralisia que nos finais de 1661 a impossibilitou de andar. A prioresa mandou rezar uma novena na esperança de que ela se curasse, e ao fim de nove dias a cura verificou-se repentinamente. A pintura mostra a prioresa ajoelhada ao lado da freira doente. É simples e geometricamente severa na sua composição, e os únicos traços de cor são as duas cruzes carmesins nas vestes das freiras, estando mesmo uma delas, parcialmente oculta.
Champaigne foi o melhor e o mais notável retratista do seu tempo. Tinha muitos alunos e auxiliares na sua oficina em Paris, onde trabalhou até morrer em 1674.

Retrato de Homem, 1650
Óleo sobre tela, 72 x 91 cm
Museu do Louvre, Paris, França

Triplo Retrato do Cardeal Richelieu, 1640
Óleo sobre tela, 72 x 58 cm
National Gallery, Londres, Inglaterra

Apresentação de Jesus no templo
Óleo sobre tela, 197 x 257 cm
Museu Real das Belas Artes, Bruxelas, Bélgica

Maria Madalena
Óleo sobre tela, 87 x 115,5 cm
Museum of Fine Art, Houston, Texas, United States

Duas Freiras
Óleo sobre tela, 229 x 165 cm
Museu do Louvre, Paris, França

Fonte: Enciclopédia Ilustrada de Belas Artes, Grolier, Lda. 7ª. Edição 1979

sábado, 1 de janeiro de 2011

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Arshile Gorky



Arshile Gorky
1904-1948

Pintor americano nascido na Arménia, que integrou o movimento “Expressionismo Abstracto”


Arshile Gorky, de seu nome Vosdanig Monog Adoian, nasceu numa pequena aldeia da Arménia.
Em 1915, sob a opressão turca, Gorky, a mãe e as irmãs encontravam-se entre os milhares de refugiados que fugiram a pé para Erevan, tendo muitos morrido de cólera.
Em 1919, a mãe morreu de fome, e Gorky, após ter ido descalço para Tiflis, conseguiu emigrar para os Estados Unidos da América. Frequentou aulas em Providence e em Boston, mudando-se em 1925 para New York, onde leccionou na Grand Central School. No mesmo ano mudou o nome para Arshile Gorky, passando, por vezes, por parente do escritor russo Máximo Gorky. A primeira exposição exclusivamente de Gorky realizou-se em 1934, na Mellon Zallem, em Filadélfia. No ano seguinte juntou-se ao W.P.A. Federal Art Project, começando um mural para o Edifício da Aviação da Exposição Universal de New York.
Em Janeiro de 1946, um fogo no seu estúdio, destruiu vinte e sete dos seus quadros, e em Fevereiro foi-lhe diagnosticado um cancro tendo sido submetido a uma intervenção cirúrgica.
Em 1948, num acidente de viação, quebrou o pescoço e feriu o braço direito. Todos estes acontecimentos devem ter contribuído para o infeliz desfecho. Gorky enforcou-se a 21 de Julho desse mesmo ano, no seu estúdio em Sheman, CT (EUA).
Agonia, 1947
Óleo sobre tela, 101,6 x 128,3 cm
MoMA, Nova Iorque, E.U.A.

Só nos anos 40 Gorky começou a pintar num estilo individual. Os anos anteriores haviam sido um período de aprendizagem, durante o qual seguiu de perto a obra de artistas mais velhos, com nome já feito. O primeiro desses mestres foi Paul Cézanne, cuja influência sobre Gorky é visível cerca de 1927. Isto levou logicamente a experiências com o cubismo e à admiração por Picasso, que era o seu mestre mais importante. Durante os anos 30, a pintura de Gorky foi mais influenciada pelas obras recentes de Picasso, como se pode ver em Organização, de 1934-36. No fim desta década, as obras de Gorky tornaram-se mais abstractas e também de carácter mais surrealista, sendo a partir destas tendências, estimuladas pela chegada a Nova Iorque de surrealistas europeus, na sequência da segunda guerra mundial, e pela colecção das obras de Kandinsky no Museu Guggenheim, que o estilo individual de Gorky se desenvolveu.

 Retrato de Gorky e sua Mãe

O Artista e sua Mãe
Óleo sobre tela, 152,3 x 127 cm
National Gallery of Art, Washington, D.C., Ailsa Mellon Bruce Fund

O Artista e sua mãe, 1926-36
Óleo sobre tela, 152,4 x 127 cm
Whitney Museum of American Art, Nova Iorque, E:U:A:

The Betrothal, II, 1947
Óleo sobre tela, 128,9 x 96,5 cm
Whitney Museum of American Art, Nova Iorque, E:U:A:
Nighttime, Enigma and Nostalgia, 1931-2
Pen, brush and ink on board (recto), 66.2 × 86.7 cm
Whitney Museum of American Art, New York, E.U.A.
Diário de um Sedutor, 1945
Óleo sobre tela, 126,7 x 157,5 cm
MoMA, Nova Iorque, E.U.A.
Colecção The Honorable e Mrs. William A. M. Burden

Água do Moinho Florido
Óleo sobre tela, 107,32 x 122,67 cm
Metropolitan Museum of Art, Fundo George A. Hearn, 1956
Nova Iorque, E.U.A.

Organização, 1933-1936
Óleo sobre tela, 127 x 152 cm
The National Gallery of Art, Washington D.C., E.U.A.

Leonora Portnoff, 1935
Lápis sobre papel, 32 x 24,3 cm
MoMA, Nova Iorque, E.U.A.

The Leaf of the Artichoke Is an Owl (A Folha da Alcachofra é um Mocho), 1944
Óleo sobre tela, 71,1 x 91,2 cm
MoMA, Nova Iorque, E.U.A.

Virginia Landscape,1944
Grafite e Lápis de Cera sobre wove paper overall, 55,8 x 76,2 cm
National Gallery of Art, Washington, D.C., E.U.A.

Verão, 1944
Óleo sobre tela, 167 x 178,2 cm
Guggenheim Foundation, Peggy Guggenheim Collection

Sem Título, 1944
Óleo e Lápis sobre tela, 49,8 x 75,8 cm
National Gallery of Australia, Canberra

Plumage Landscape, 1947
Óleo sobre tela, 96,5 x 129,5 cm
National Gallery of Australia, Canberra

Charred Beloved II 1946
Óleo sobre tela, 137 x 101,6 cm
National Galllery of Canada, Ottawa

Enigmatic Combat, 1936-1937
Óleo sobre tela, 90.81 cm x 121.92 cm
Collection SFMOMA, Gift of Jeanne Reynal
San Francisco Museum of Modern Art, E.U.A.

Natureza morta, Flores num Jarro, 1938-1939
Óleo sobre tela, 71.44 cm x 51.12 cm
San Francisco Museum of Modern Art, E.U.A.


Fontes: Enciclopédia Ilustrada de Belas Artes, Expressionismo Abstracto da TASCHEN