quinta-feira, 7 de abril de 2011

Jean-Michel Basquiat




Basquiat
1960-1988




Jean-Michel Basquiat nasce a 22 de Dezembro de1960 em Nova Iorque, o pai é natural de Port-au-Prince, Haiti, e, a mãe é de Brooklyn, filha de porto-riquenhos.
Basquiat desde muito cedo mostrou uma grande aptidão para a arte. Sua mãe, desenha juntamente com o filho e leva-o a visitar museus. Basquiat aprende espanhol, francês e inglês, começa a frequentar a escola privada católica St. Ann. Juntamente com um colega, escreve e desenha um livro infantil.
Em 1968, Jean-Michel é atropelado por um automóvel e fica com os braços partidos e ferimentos internos que o obrigam à remoção do baço. Os pais divorciam-se, ficando Gerard com a custódia dos filhos. A relação de Jean-Michel com seu pai torna-se cada vez mais difícil.
Em 1974 Gerard Basquiat aceita uma colocação para Mira Mar, Porto Rico, e muda-se para lá com os filhos,  em 1975 com 15 anos de idade Jean-Michel foge de casa pela primeira vez.
Em 1977 juntamente com um amigo, Al Diaz, Jean-Michel inventa a figura de SAMO, e usando este pseudónimo assinam os seus graffitis em prédios abandonados em Manhattan.
Em 1978 os conflitos com o pai aumentam. Um ano antes da sua graduação, Jean-Michel desiste da escola e foge de casa definitivamente. Ganha algum dinheiro vendendo postais com colagens e T-shirts pintadas. Basquiat  vive sem residência fixa e ocasionalmente ainda vende o seu corpo por dinheiro. Contudo, um ano depois, em 1979  Basquiat rapidamente se torna um “adereço” da cena artística, musical e cinematográfica nos clubes nocturnos como o Mudd Club e o Club 57. Um conflito com Al Diaz leva ao aparecimento do slogan “SAMO morreu” nas paredes de SoHo. Em Maio de 1979 Basquiat forma uma banda juntamente com Michael Holman, Sharon Dawson e Vincent Gallo chamada Gray.
Em 1980 Basquiat desempenha o papel de protagonista no filme Downtown 81. O que ganha com o filme permite-lhe comprar materiais para pintar. Encontra o espaço suficiente para começar a pintar, no escritório da produção do filme em Grace Jones Street.
Em 1983 Basquiat, tem um curto romance com Madonna, uma cantora desconhecida na época. Neste mesmo ano, conhece Andy Warhol com quem colaborou ostensivamente e cultivou amizade.
A 12 de Agosto de 1988, com apenas 27 anos de idade, morre devido a uma overdose.

Lua Cadillac, 1981
Acrílico e Giz sobre tela, 163 x 173 cm
Colecção particular, Paris

Agonia dos Pés, 1982
Acrílico e tinta de óleo em barra sobre tela, 183 x 213,5 cm
The Israel Museum, Jerusalém

Pégasi, 1987
Acrílico, lápis e tinta de óleo em barra sobre papel esticado sobre tela
223,5 x 228,5 cm
Colecção John MacEnroe, Nova Iorque

Cavalgando com a morte, 1988
Acrílico e tinta de óleo em barra sobre linho, 248,9 x 289,6 cm
Colecção particular, Nova Iorque
Cavalgando com a Morte é uma das obras mais fantásticas de Basquiat, e não só devido ao seu timing, com a morte eminente do artista. Aqui ele atinge uma escassez e pureza de técnicas possivelmente nunca conseguida  em qualquer outra das suas obra.

“Desde os dezassete anos que sonho em tornar-me uma estrela. Pensava em todos os meus heróis,  e tinha uma visão romântica da maneira como as pessoas tinham atingido a fama”
Jean-Michel Basquiat


Fonte: Basquiat (TASCHEN)

quinta-feira, 31 de março de 2011

Desenho

Cabeça de Leão, tamanho A4
Uma das minhas tentativas na técnica de Scraperboard e tinta da china.

segunda-feira, 28 de março de 2011

My Choice

Esta é uma das obras da exposição "My Choice", que podemos ver na Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais até 12 de Junho de 2ª. a Domingo das 10 às 18 horas.
Machine Worker in Summer, 1937
Fotogradia de Madame Yevonde

Doce de Laranja

Natureza morta, Doce de Laranja, 2011
Óleo sobre tela, 40 x 40 cm
Apple
Oil/board, 40,60 x 30,50 cm

Light and Water, 2009
Oil/board, 20,32 x 25,40 cm



domingo, 27 de março de 2011

sexta-feira, 25 de março de 2011

Aurelio Arteta






Aurelio Arteta
1879-1940









Aurelio Bibiano de Arteta y Errasti, nasceu em Bilbao em 1879, filho de um empregado ferroviário. A família muda-se para Valladolid em 1894 e Aurelio matricula-se na Escola de Artes e Ofícios dessa cidade, onde recebe as suas primeiras lições de pintura.
Em 1898 Aurelio Arteta vai viver para Madrid, frequenta a Escola de Belas Artes de San Fernando e, para fazer face às dificuldades financeiras, trabalha em diversas actividades artesanais, chegando mesmo a trabalhar no Teatro Real. Durante o primeiro ano do curso recebe a Primeira Medalha na categoria de Desenho e posteriormente é nomeado aluno honorário do Circulo de Belas Artes de Madrid.
Regressa a Valladolid, consegue uma bolsa para continuar os seus estudos em Paris, onde permanece por três anos.
Em 1906, viaja para Itália, França e Bélgica. Estabelece-se em Bilbao, abre o seu próprio estúdio e, faz a primeira exposição individual.
Em 1922 realiza as pinturas murais para a sede do Banco Bilbao em Madrid. Estes frescos ocupam uma superfície de quase 80 metros quadrados, datando os primeiros esboços e desenhos de 1920.
Entre 1924 e 1927, Arteta foi director do Museu de Arte Moderna de Bilbao, tendo pedido a demissão por discrepâncias com as autoridades governamentais.
Em Dezembro de 1936 parte para Valência fugindo da guerra civil, daí viaja até Barcelona e depois Paris. Em Maio de 1939 vai exilado para o México, morrendo no ano seguinte num acidente de eléctrico.

Fonte:Livro Aurelio Arte da Fundação Mapfre tf.Edirores, Espanha

Processión en Ceánuri, 1905
Gouache e pastel sobre papel, 40 x 30 cm
Colecção particular
Los Cordeleros, 1906-1910
Óleo sobre tela, 87,5 x 138,80 cm
Colecção particular
Pórtico de una Iglesia de Vizcaya antes de misa, 1905
Óleo sobre tela, 200,5 x 276 cm
Museu de Belas Artes, Bilbao, Espanha
Camino del Mercado (ciclo La romería), 1913
Óleo sobre madeira, 100 x 115 cm
Diputación Foral de Bizkaia, Bilbao, Espanha
Camino de Fiesta (ciclo romería), 1913`
Óleo sobre tela, 60 x 199 cm
Museo de Bellas Artes de Álava, Vitoria-Gasteiz
De Espera para la Romería (ciclo romería), 1913
Óleo sobre tela, 99 x 82 cm
Diputación Foral de Bizkaia, Bilbao, Espanha
Reparto del Pescado (ciclo El mercado), 1913-1915)
Óleo sobre tela, 127 x 157 cm
Colecção particular
Txo (ciclo El mercado), 1913-1915)
Óleo sobre tela sobre madeira, 100 x 126 cm
Colecção particular
El Sembrador o La Cultura, 1922
(ciclo de pinturas para a sede do Banco de Bilbao em Madrid)
Pintura mural, fresco e têmpera, 200 x 300 cm
Colecção BBVA
Las cargueras del muelle, 1922
(ciclo de pinturas para a sede do Banco de Bilbao em Madrid)
Pintura mural, fresco e têmpera, 200 x 300 cm
Colecção BBVA
Retrato da Família Madariaga-Astigarraga, 1921
Óleo sobre tela, 190 x 190 cm
Museu de Belas Artes, Bilbao, Espanha
Pescadores, 1925-1930
Óleo sobre tela, 92 x 87 cm
Colecção particular
Pescadora, 1925-1930
Óleo sobre tela, 100 x 80,30 cm
Museu de Belas Artes, Bilbao, Espanha
Romería Vasca, 1940
Óleo sobre tela, 150 x 200 cm
Diputación Foral de Gipuzkoa, San Sebastián

terça-feira, 22 de março de 2011

domingo, 20 de março de 2011

Luis de Morales, pintor espanhol (1520-1586)

A Virgem e o Menino, 1565-70
Óleo sobre madeira, 28,5 x 19,60 cm
National Gallery, Londres

sexta-feira, 18 de março de 2011

Duma,  Lisboa 1973.

Oh my God, 2010
Óleo sobre tela, 120 x 100 cm

 Snowflake, 2010
Óleo sobre tela, 120 x 100 cm

 The Spy, 2009
Óleo sobre tela, 100 x 100 cm

Tacing the Sun, 2010
Óleo sobre tela, 100 x 100 cm

terça-feira, 15 de março de 2011

Desenhos

Aqui ficam os meus últimos trabalhos em grafite.

Águia-real, Grafite sobre papel (tamanho A4)

Grafite sobre papel (tamanho A4)

Grafite sobre papel (tamanho A4)

domingo, 13 de março de 2011

António Ramalho
1858-1916

Pintor português, nasceu em 1858 no seio de uma família pobre, ainda em criança começou por ser aprendiz de caixeiro no Porto e desenvolveu o gosto pelo desenho. Fugiu para Lisboa para pedir a protecção real nos estudos de Belas-Artes, mas acabou por ser preso. No entanto, devido ao sucesso dos seus desenhos entre as autoridades, foi convidado a trabalhar na polícia e, deste modo, conseguiu integrar o Curso de Pintura na Academia de Belas-Artes de Lisboa, onde foi discípulo de Tomás da Anunciação e Silva Porto.
Bolseiro em Paris (1882-84), como pensionista do Conde da Praia, foi discípulo de Cabanel e participou no Salon em 1883, 1885-86.
Regressado a Lisboa, integrou o "Grupo do Leão", participando nas suas exposições. Apresentou-se também nos salões da Promotora (medalha de prata, 1887), do Grémio Artístico (medalha de prata, 1892) e da Sociedade Nacional de Belas-Artes (1901-02). No plano internacional, destaca-se a sua participação na Exposicion General de Bellas Artes de Madrid (1881).
A sua obra inscreve-se na temática naturalista do Retrato e da Paisagem, aproximando-se por vezes de propostas mais modernas. Foi também decorador de interiores de edifícios públicos e particulares.


Margens do Sena, Paris, 1882
Óleo sobre tela, 96 x 161 cm
Museu do Chiado, Lisboa, Portugal

O Lanterneiro, 1883
Óleo sobre tela, 106 x 87 cm
Colecção particular, Lisboa, Portugal

Retrato de Senhora de Preto, 1884
Óleo sobre tela, 50 x 40 cm
Casa Museu Anastácio Gonçalves, Lisboa, Portugal

Retrato de Abel Acácio Botelho, 1889
Óleo sobre tela, 59 x 44 cm
Museu do Chiado, Lisboa, Portugal

Retrato de José Malhoa, 1882
Óleo sobre Madeira, 34 x 22 cm
Museu José Malhoa, Caldas da Rainha, Portugal

quinta-feira, 10 de março de 2011

Antonio Guzman Capel


Antonio C. Guzmán Capel, nasce em 1960 na cidade de Tetuán, Marrocos, no entanto, muito cedo vem para Palencia, Espanha e é aí que desenvolve toda a sua actividade pictórica.
De formação autodidacta, realiza a sua primeira exposição com apenas onze anos de idade

terça-feira, 8 de março de 2011





Eduardo Viana
1881-1967






Natural de Lisboa, cursou a Escola de Belas-Artes, dos quinze aos vinte e quarto anos, partindo então para Paris, onde ficaria até 1915.
Fez parte do grupo de artistas portugueses que nessa altura se juntavam à volta do escultor Henri Laurens (1885-1959).
Os seus primeiros trabalhos surgiram em 1919 na Exposição Arte Livre, em Portugal. Fez a sua primeira exposição individual no Porto, em 1920.
Partiu para Paris em 1925 onde ficou cinco anos, depois foi para a Bélgica permanecendo lá até 1940.
Nos anos 1941 e 1948 obteve o prémio Columbano, nas anuais de Arte Moderna e, em 1950 participa na Bienal de Veneza, cinco anos mais tarde, participa também na Bienal de S. Paulo.
Eduardo Viana é um vulto fundamental da arte contemporânea portuguesa. Contemporâneo do modernismo português, Viana manteve-se no entanto como representante tardio de uma tradição naturalista, porém à maneira dos melhores exemplos da arte Fauve, soube permanecer dentro da realidade que representava, numa profunda coerência com a época em que viveu.
A voluptuosidade da cor, muito aproximada do fauvismo, aliada a um sentido quase escultórico do volume, produziria a exemplar colecção de nus, porventura a série culminante da sua obra.

Nú, 1925
Óleo sobre tela, 96 x 146 cm
Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, Lisboa

K4, Quadro do Azul
Óleo sobre tela, 45 x 56 cm
Centro de Arte Moderna, Lisboa
O Homem das Louças, 1919
Óleo sobre tela, 131 x 114 cm
Colecção Particular

Pousada de Ciganos, 1923
Óleo sobre tela, 85 x 115 cm
Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, Lisboa

domingo, 6 de março de 2011

quarta-feira, 2 de março de 2011

Museu de Belas Artes de Sevilha

O Museu de Belas Artes de Sevilha, situado na Plaza del Museo, reúne uma riqueza artística, num cenário arquitectónico perfeito, o antigo Convento de la Merced, onde ainda se conserva a paz e o silêncio do seu passado conventual, na quietude e beleza dos seus clautros.
Aqui ficam algumas das obras expostas no Museu

Retrato de Jorge Manuel (filho único de El Greco), 1600/1605
THEOTOCOPULI, Domenico (El Greco) (Candía, Creta, 1541 - Toledo, 1614)
Óleo sobre tela, 74 x 50,5 cm.

Santa Ana ensinando a ler à Virgem Maria, 1610
ROELAS, Juan de las (Flandes hacia 1570 - Sevilla 1625)
Óleo sobre tela, 230 x 170 cm

Jesús Crucificado, 1630/1640
ZURBARÁN, Francisco de (Fuente de Cantos, Badajoz, 1598 - Madrid, 1664)
Óleo sobre tela, 255 x 193 cm

Primavera, 1638
BARRERA, Francisco (Madrid, 1595 - 1658)
Óleo sobre tela, 167,5 x 247,5 cm

Santa Doroteia, 1640
Taller de Zurbarán
Óleo sobre tela, 173 x 103 cm

La Virgen de las Cuevas, 1655
ZURBARÁN, Francisco de (Fuente de Cantos, Badajoz, 1598 - Madrid, 1664)
Óleo sobre tela, 267 x 320 cm

Virgen de la Servilleta, 1666
MURILLO, Bartolomé Esteban (Sevilla, 1617 - 1682)
Óleo sobre tela, 67 x 72 cm

Santa Justa e Santa Rufina, 1666
MURILLO, Bartolomé Esteban (Sevilla, 1617 - 1682)
Óleo sobre tela, 200 x 176 cm

La Cueva del Gato, 1860
BARRÓN Y CARRILLO, Manuel (Sevilla, 1814 - 1884)
Óleo sobre tela, 69 x 117 cm

Retrato de Gustavo Adolfo Bécquer (poeta sevilhano, irmão do pintor), 1862
DOMÍNGUEZ BÉCQUER, Valeriano (Sevilla, 1833 - 1870)
Óleo sobre tela, 73 x 60 cm

La Muerte del Maestro, 1884
VILLEGAS CORDERO, José (Sevilla, 1844 - Madrid, 1921)
Óleo sobre tela, 330 x 505 cm

Triana, 1888/90
SÁNCHEZ PERRIER, Emilio (Sevilla, 1855 - Alhama de Granada, 1907)
Óleo sobre tela, 68 x 122 cm

Las Cigarreras, 1915
BILBAO MARTÍNEZ, Gonzalo (Sevilla, 1860 - Madrid, 1938)
Óleo sobre tela, 305 x 402 cm

La Quadrilla de Juan Centeno, 1953
VÁZQUEZ DIAZ, Daniel (Nerva, Huelva, 1882 - Madrid, 1969)
Óleo sobre tela, 226 x 181,5 cm

Fonte: Guia Oficial do Museu (Junta de Andalucia)