sábado, 6 de novembro de 2010

John Everett Millais






John Everett Millais
1829-1896

Um dos membros fundadores da Irmandade Pré-Rafaelita







John Everett Mallais, nasceu em Southampton, Inglaterra em 1829, era filho de uma prestigiada família de Jersey de origem francesa, apresentava todos os sinais de ser uma criança-prodígio. Entrou na Royal Academy Schools em 1840, onde conheceu William Holman Hunt. Os dois artistas tornaram-se bons amigos, reconhecendo um no outro um espírito amigo. Artisticamente ambos eram revolucionários.
Em 1848, Hunt pintou A Fuga de Madalena e Porfírio, uma cena do poema de Keats The Eve of St. Agnes. Dante Gabriel Rosseti compartilhava a admiração de Millais e Hunt por Keats e gostou do quadro de Hunt. Os três artistas juntaram-se para fundar a Irmandade Pré-Rafaelita.
Em 1850, Millais pintou Cristo em casa dos Pais, quadro que mostra o ideal do realismo na pintura religiosa dos pré-rafaelitas. O conhecimento técnico de Millais tinha sido demonstrado no seu quadro Isabel e Lourenço, uma composição rítmica de considerável intensidade.

Tecnicamente distanciou-se dos outros membros da Irmandade Pré-Rafaelita e gradualmente abandonou as suas teorias.
Em 1853, foi eleito membro da Royal Academy. Tornou-se retratista académico brilhante e em moda, assim como pintor de temas populares e de género temático. Contudo, cerca de 1860 a sua obra degenerou, tornando-se ultra-sentimental e extremamente fácil. A perícia técnica permaneceu, dando a todos os seus trabalhos uma certa distinção, e existem bons retratos dos seus últimos anos. Em 1864, tornou-se membro proeminente da Royal Academy e em 1896 era seu presidente, alguns meses antes de morrer.

Primavera
Óleo sobre tela, 172,7 x 110,5 cm
Ladt Lever Art Gallery (Merseyside, United Kingdom)

James Wyatt e sua neta Mary, 1849
Óleo sobre tela,
Colecção Particular

Folhas de Outono, 1855-1856
Óleo sobre tela, 73,7 x 104,10 cm
Manchester City Art Galleries, Manchester, United Kingdom

Ophelia, 1851-1852
Óleo sobre tela, 111.8 x 76.2 cm
Tate Gallery (London, United Kingdom)


Mary Chamberlain, 1891
Óleo sobre tela, 99.1 x 132.1 cm
Birmingham Museums and Art Gallery (Birmingham, United Kingdom)


Sleeping
Óleo sobre tela, 68.5 x 89 cm
Colecção Particular

A Rapariga Cega, 1856
Óleo sobre tela, 82,5 x 62 cm
City Museum and Art Gallery, Birmingham, United Kingdom

Mais obras deste artista em Artrenewal
Fonte: Enciclopédia Ilustrada de Belas Artes, Grolier, Lda. - 7ª Edição 1979

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

John Singleton Copley







John Singleton Copley
1738-1815

Pintor nascido na América que trabalhou em Londres






John Singleton Copley era natural de Boston, onde nasceu em 1738. Enteado de um gravador, este deu-lhe certas explicações, mas o rapaz tinha vontade própria, talento natural e, aos vinte e cinco anos iniciou um estilo realista, que agradou à sua clientela de Nova Inglaterra. A venda de retratos, expressivos e distintos, permitiu-lhe uma vida desafogada. Foi pioneiro na técnica da pintura a pastel nos Estados Unidos.
Em 1766, mandou para a exposição da Society of Artists, em Londres, um retrato do irmão, e Benjamin West e Joshua Reynolds escreveram-lhe incitando-o a visitar a Europa.
Copley casou em 1769 com Susana Clark, filha de um abastado negociante de Boston. A situação política dos primeiros anos a partir de 1771 levou-o a abandonar a América. Em 1774, chegou a Londres, onde foi saudado por West e Reynolds. Visitou a França e a Itália e regressou a Londres, para se juntar à família.
Durante esse tempo, foi pintando composições históricas e retratos. Em 1778, expôs na Royal Academy, Watson e o Tubarão, com extraordinário êxito. A Morte de Wolfe foi um tema aceitável da história contemporânea, mas Watson e o Tubarão, obra romântica e séria, abriu-lhe o caminho da fama. Nos anos seguintes, pintando sempre, expôs A Morte de Catão, em 1781, e A Morte do Major Peirson, de tão grandes dimensões que tinham de ser mostradas à parte. Copley fez fortuna, mas hostilizou a Academia, que esperava expor as suas obras.
Durante a década de 1780, continuou a pintar cenas contemporâneas e factos históricos, entre os quais Carlos I Exigindo a Renúncia dos Cincos Membros, obras onde tinha de retratar, voltando-se novamente para esse género de pintura. O seu estilo de retrato foi remodelado no género das linhas de George Romney e John Hoppner.
A partir de 1790, a fortuna começou a declinar. Em 1799, o seu quadro A vitória do Almirante Ducan em Camperdown foi ignorado, e a enorme tela A Família Knatchbull, de 1803, considerada ridícula.
Os últimos quinze anos da sua vida, foram muito difíceis. Arruinado, incapaz de educar convenientemente os filhos, sentindo-se envelhecer e incapaz de pintar com a habilidade a que estava habituado. A 18 de Agosto de 1815 ficou doente e morreu a 9 de Setembro desse mesmo ano.
Copley foi o maior pintor norte-americano da era colonial, deixou 350 obras de grande qualidade num estilo realista, influenciou a pintura dos Estados Unidos no século XIX, desenvolveu o género de pintura histórica em Inglaterra, e foi um pioneiro no sistema de exibições privadas.
Charles Callis Western e seu irmão Shirley Western, 1783
Óleo sobre tela, 154,94 x 124,46 cm
Huntington Library Art Collections, San Marino, California, Estados Unidos

Cabeça de Negro
Óleo sobre tela, 41,27 x 53,35 cm
Detroit Institute of Art, Estados Unidos

Isaac Smith, 1769
Óleo sobre tela, 101,92 x 127,32 cm
Yale University Art Gallery, New Haven, Connecticut, Estados Unidos
Mrs. Clark Gayton, 1779
Óleo sobre tela, 101,6 x 127 cm
Detroit Institute Of Art, Estados Unidos

A Morte do Major Peirson, 1782-1784
Óleo sobre tela, 164,99 x 228,60 cm
Tate Gallery, Londres, Inglaterra

Natividade
Óleo sobre tela – Colecção Particular

Watson e o Tubarão, 1778
Óleo sobre tela, 230,12 x 182,88 cm
National Gallery of Art, Washington, DC, Estados Unidos

A Vitória do Almirante Ducan em Camperdown, 1798-1799
Óleo sobre tela, 373,38 x 281,94 cm
Dundee Art Galleries and Museums, Inglaterra

Ebenezer Storer
Pastel sobre papel, 45,7 x 61 cm
Metropolitan Museum of Art, Manhattan, Vew York
Estados Unidos

The Copley Family, 1776
Óleo sobre tela, 229,7 x 184,4 cm
National Gallery of Art, Washington DC, Estados Unidos

FonteEnciplopédia Ilustrada de Belas Artes, Grolier, Lda. - 7ª. Edição 1979

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

John Constable






John Constable
1776-1837

Pintor Inglês.
O maior paisagista do século XIX




John Constable, pintor romântico inglês nasceu a 11 de Junho de 1776. Teve a sorte de ser filho de um moleiro de Suffolk, possuidor de moinhos de vento em East Bergholt e em Flatford e azenhas em Dedham. Constable costumava dizer aos conterrâneos: «Aquele espectáculo tornou-me pintor.»


Só aos vinte e três anos se matriculou na Royal Academy Schools, e apenas o admitiram em 1800. Exerciam influência nele, nessa época, os pintores holandeses do século XVII, o paisagista francês Gaspard Poussin e Richard Wilson, cujas obras copiou. As paisagens de Thomas Gainsborough também influenciaram a sua obra, o que o levava a dizer: «Imagino ver Gainsborough em todas as sebes e árvores.» Sir George Beaumont tornou-se seu amigo e permitiu-lhe que copiasse todos os quadros da sua colecção, mas as obras dos outros pintores tinham menos importância para Constable do que a própria Natureza. Em 1802, declarou estar «cansado de correr atrás das pinturas e de procurar a verdade em segunda mão», e dedicou-se com afinco a estudos laboriosos da Natureza.


Nos primeiros anos, pintou numerosos retratos.
Mary Freer

Senhora James Pulham

Ladies from the Family of Mr William Mason

Maria Bicknell, mais tarde Mrs John Constable
Tate Gallery, Londres

Em 1816, morre o pai de Constable, deixando o filho numa boa situação financeira. Nesse mesmo ano, Constable casa com Maria Bicknell contra a vontade da família da noiva. Foi uma união feliz, que durou até à morte de Maria A partir de então, pintou menos paisagens. As principais obras entre 1810 e 1820, foram paisagens de brilhante colorido, tais como A Baía de Weymouth.

A Baia de Weymouth, 1816
Londres, N.G.

De 1820 em diante, a sua obra começou a ser feita com mais cuidado. As nuvens constituíram sempre uma parte essencial da sua composição, mas agora tornavam-se ainda mais importantes, fazendo notar a influência exercida no seu estilo por Turner e Rubens, principalmente pelo quadro deste último O Castelo de Steen, que Constable, em 1823, estudou a fundo.

Estudo de Nuvens

Estudo para Pôr-do-Sol

Em 1824, apresentou no Salon de Paris O Carro de Feno e Vista de Stour, produzidos em 1821. Constituíram êxito retumbante e o artista recebeu uma medalha de ouro.

Carro de Feno (The Hay Wain)

Vista de Stour

A sua obra exerceu considerável influência na escola de Barbizon, em França, e no pintor romântico Eugène Delacroix.
Em1828, as dificuldades financeiras foram atenuadas com a herança do sogro. Nesse mesmo ano, ficou viúvo. Nos seus últimos trabalhos transparece uma certa serenidade, embora o pintor estivesse longe da serenidade, devido aos ataques constantes da imprensa. Quando finalmente foi eleito membro da Royal Academy, em 1829, essa honra tão tardia pouca satisfação lhe deu.
Constable morreu a 31 de Março de 1837 em Londres, mas o seu mérito só foi apreciado depois de, em 1888 a filha ter legado os trabalhos do artista ao Victoria and Albert Museum.


 Fonte: Enciclopédia Ilustrada de Belas Artes, Grolier, Lda (7ª. Edição 1979)
Mais obras do Artista em http://www.john-constable.org/

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Gustav Klimt






Gustav Klimt
1862-1918

Principal pintor austríaco da Arte Nova




Gustav Klimt nasceu em 14 Julho de 1862, em Baumgarten, perto de Viena. Foi o segundo de sete filhos de um gravador boémio. Frequentou a Academia de Viena entre os catorze e os vinte e dois anos, onde foi aluno de Ferdinand Laufberger e de Julius Victor Berger. Depois juntou-se ao seu irmão Ernst e ao pintor Franz Matsch, em decorações para o Kunsthistorisches Museum de Viena, teatros, e as termas de Karlsbad na Tchecoslováquia. A morte de Ernst, em 1892, acabou com a sociedade, deixando Klimt incapaz de pintar durante seis anos.
Quando retomou o pincel em 1897, o seu estilo estava completamente alterado. A partir de 1890, tivera a oportunidade de ver pinturas impressionistas, neo-impressionistas, pontilhistas e simbolistas em exposição em Viena. Estas, e o seu contacto com obras da Irmandade Pré-Rafaelita, com o americano James Mcneill Whistler e com o holandês Jan Toorop, deram a Klimt o estímulo de que este necessitava para desenvolver uma forma especificamente austríaca da Arte Nova.
Quando a Sezession Vienense foi fundada, em 1897, para promover este novo estilo, Klimt foi o seu primeiro presidente. Através de artigos e desenhos para o jornal Ver Sacrum, que foi fundado para o mesmo fim, estendeu também a Arte Nova à Ilustração do livro austríaco.
Contudo, os problemas que o preocuparam foram ainda os relacionados com a decoração de interiores. As três decorações de tectos que lhe foram encomendadas pela Universidade de Viena em 1900-1903 (destruídas em 1945) mostraram como a Arte Nova podia ser adaptada às necessidades da pintura monumental. Quando as autoridades se recusaram a erguê-las, o próprio Klimt comprou-as de novo. Num friso do mesmo período, concebido como uma interpretação livre da Nona Sintonia de Beethoven e exposto na Sezession, as figuras esguias e expressivas lembram pinturas dos pré-rafaelitas e de Edvard Munch.
Em 1905, Klimt deixou a Sezession, e até 1908 colaborou num mural de mosaico e esmalte sobre mármore para a sala de jantar do Palácio Stoclet, em Bruxelas. A têmpera foi a técnica utilizada neste mural e de entre os vários materiais destaca-se a folha de ouro e de prata. Nesta altura, Klimt fazia uso generalizado de formas em espiral, colocando as figuras de tal maneira que os espaços entre elas se tornavam tão importantes como as próprias figuras.
Em 1908, foi-lhe concedida uma medalha de ouro em Roma, após o que se formou o Grupo Klimt. Por essa mesma altura, começou a intensificar as suas cores e desenhos, criando uma tensão pela apresentação de contrastes entre formas lisas e plásticas.
Em 1908 expõe 16 telas na Kunstschau. A Galeria de Arte Moderna compra "As Três Idades da Vida" e a Österreichische Staatsgalerie compra o quadro "O Beijo".
Em 1910 participa com sucesso na 9ª Bienal de Veneza. E em 1911, na Exposição Internacional de Roma, recebe o primeiro prémio com o quadro "A Vida e a Morte”.
Klimt passava todos os verões no Attersee, o maior lago da Áustria. Achou a sua paisagem inspiradora e algumas das suas obras mais conhecidas foram ali pintadas, incluindo O Beijo.
As obras em tela de Klimt foram relativamente poucas e ele considerava-se sobretudo muralista, que foi a sua via primordial para o sucesso.
Em 1917, Klimt foi nomeado membro honorário das Academias de Viena e de Munique. No Ano seguinte, a 6 de Fevereiro, morreu em Viena, depois de ter aberto caminho à moderna arte austríaca.
As três idades da Vida

O Beijo

A morte e a Vida

Malcesine, no Lago de Garda

Fonte: Enciclopédia Ilustrada de Belas Artes, (Grolier, Lda.) 7ª. Edição 1979

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Henri de Toulouse-Lautrec


Henri de Toulouse-Lautrec
1864-1901

Um excelente desenhador que revolucionou a litografia


Henri de Toulouse-Lautrec nasceu em Albi, em Novembro de 1864. Seu pai foi o conde Alphonse de Toulouse-Lautrec, sendo sua mãe prima direita do marido. Em 1872, a família mudou-se para Paris, onde viveu alguns anos.
Em 1878 regressam a Albi, e ali Lautrec partiu a perna esquerda e no ano seguinte voltou a sofrer novo acidente de cavalo. Uma doença hereditária impediu a consolidação dos ossos e Lautrec ficou aleijado para o resto da vida.
Lautrec recebeu as primeiras lições de desenho de um pintor de animais, René Princeteau. Tinha uma facilidade natural para desenhar e uma grande vocação para a pintura. Dos quinze aos dezoito anos, passou o tempo entre Albi, Paris e Nice, fazendo muitos desenhos de cavalos a galope.
Em Março de 1882, decidiu estudar pintura a sério, e fez-se aluno de Léon Bonnat, em Paris. Quando este se reformou, foi trabalhar no estúdio de Fernand Cormon, onde permaneceu até 1886. Neste período, o seu estilo tendia para o academismo. Quando Émile Bernard, um entusiasta de Cézanne, entrou para o estúdio de Cormon, em 1885, Lautrec pintou o seu retrato, mas precisou de trinta e três sessões.
Em 1884, transferiu-se para um estúdio em Montmartre, onde permaneceu durante treze anos. Em dada altura, Suzanne Valadon, foi sua vizinha e com ela manteve um relacionamento amoroso.
Em fins de 1886 Lautrec encontrou Vincent van Gogh, e passaram a ver-se com muita frequência. Tinham pouco em comum, mas Lautrec influenciou em certa medida Van Gogh e chegou a pintar um retrato dele. Expuseram juntos no cabaré Le Tabourin, em 1887.
O seu estilo amadurecido começou a evoluir em 1885, quando se tornou um habitué da vida de Montmartre e fez dela o seu tema principal.
Em 1888, foi contratado para ilustrar uma revista e expôs pela primeira vez com Les XX em Bruxelas, onde viria depois a expor em diversas ocasiões.
Em 1889, Lautrec começou também a expor regularmente no Salon des Indépendants.
Quando o Moulin Rouge abriu, Lautrec utilizou muitas vezes este local de dança e os seus artistas em quadros e litografias. Jane Avril, por exemplo, apareceu em vários dos seus cartazes, e em 1891 Lautrec desenhou um cartaz para o Moulin Rouge com os dançarinos de cancã La Goulue e Valentin-le-Dépossé. A cantora Yvette Guilbert estreou-se no Eldorado, e também ela foi modelo para os esboços de Lautrec. Por mais sórdida que fosse a vida que o cercava, sempre a utilizou nos seus quadros, notáveis pela objectividade e ausência de crítica. Quando seu primo Tapié de Celeyran foi a Paris em 1891 e trabalhou como interno num hospital, Lautrec não deixou fugir a oportunidade de observar e pintar as operações.
Em 1893 Lautrec expos nas Galerias Boussod e Valadon. Por essa altura, fez várias viagens à Holanda, Espanha e Portugal, assim como a Londres, onde conheceu Oscar Wilde e Aubrey Beardsley.
O seu estilo tornou-se liso e ousado, a tinta líquida, e Lautrec expandiu-se em esquemas de composição e formas que levam eventualmente à Arte Nova.
Lautrec, tornou-se cada vez mais interessado em pintar o movimento, empenhando-se quase sempre em dar às suas personagens um sentido de projecção no tempo. Entretanto o seu trabalho tornou-se progressivamente moderado e a cor mais restrita. Com redobrada energia, experimentou as artes gráficas, explorando continuamente novas técnicas em litografia. Não fez distinção entre a bela-arte e a arte comercial, elaborando programas de teatro e listas de emenda, além de vários cartazes. Na realidade, a sua arte gráfica desenvolveu-se consideravelmente, e cerca de 1898 produziu uma grande quantidade de desenhos, principalmente sobre a vida de Montmartre – lupanares, cabarés, mulheres a fazerem a toilette.
A vida de Lautrec era cada vez mais cheias de excessos, e em Fevereiro de 1901 foi internado no sanatório de Neuilly, onde desenhou de memória cenas de circo. Em Maio, deixou o sanatório e retomou o trabalho, mas a sua saúde foi-se depauperando continuamente, vindo a morrer durante uma visita à sua mãe, em Malromé, a 9 de Setembro de 1901, antes de completar os 37 anos de vida.
Fonte: Enciclopédia Ilustrada de Belas Artes (Grolier, Lda.) - 7ª. Edição 1979

Henri de Toulouse-Lautrec, pintando no seu estudio (fotografia)

Casa onde nasceu Toulouse-Lautrec, hoje museu Henri Toulouse-Lautrec