terça-feira, 14 de junho de 2011

Elisabeth Peyton
Pintora americana, nasceu em 1965

Torosay (Toni), 2000
Óleo sobre tela, 36 x 28,50 cm
Kunstmuseum, Wolfsburg, Alemanha

segunda-feira, 13 de junho de 2011


António Soares dos Reis
1847-1889

Notável escultor português

1847: Nasce na freguesia de Mafamude, Vila Nova de Gaia - 1861: É admitido na Academia de Belas Artes do Porto - 1866: Conclui o curso - 1867: Vai para Paris como pensionista - 1870: Regressa ao Porto - 1871: Vai para Roma; executa "O Desterrado" -1872: Regressa ao Porto. É nomeado académico de Mérito da Academia do Porto - 1873: 1º atelier no Porto - 1875: É nomeado Académico de Mérito pela Academia de Belas Artes de Lisboa - 1878: Menção honrosa na Exposição Universal de Paris - 1880: É admitido como professor na Academia de Belas Artes do Porto - 1879 : Organiza a criação do Centro Artístico Portuense; colabora como repórter artístico na revista "Ocidente"- 1881: É-lhe atribuído o 1º Prémio Exposição de Madrid ; é agraciado com o Grau de Cavaleiro da Ordem de Carlos III - 1885: Casa com Amélia Macedo - 1887: Abandona o Centro Artístico Portuense; executa a estátua de Afonso Henriques - Guimarães - 1889: Suicida-se no seu atelier em Vila Nova de Gaia.
 O Desterrado

O Desterrado (pormenor)


sábado, 11 de junho de 2011

Roberto Machado
Porto 1938
Membro da direcção da Árvore Cooperativa de Actividades Artísticas, C.R.L.

Exposição “Improvisos sobre a cor”, na CiDi arte Galeria

As obras são na sua maioria em acrílico sobre cartão ou platex e de dimensões entre os 20 x 30 cm, sendo a maior de 30 x 80 cm. Gostei bastante e quero compartir com vocês o católogo da exposição.





















O meu olhar sobre a pintura do Roberto é inteiramente condicionado pelo meu afecto. Nem pretende ser outra coisa.
Aquilo que vejo é generosidade: nas formas ... na cor...
Nunca lhe perguntei, mas acho que pinta para ser e nos fazer felizes.
Talvez por isso as suas mulheres estejam tão impregnadas de serenidade, envoltas em atmosferas que nos remetem para lugares onde a paz e a alegria simplesmente se encontram.
Mas assim é o Roberto, simplesmente sereno, gargalhada solta, ternura nas mãos.
Seguramente já fez as pazes com a Vida.
E é assim que o encontro, sempre pronto a afagar-me o rosto e a ensinar-me a descomplicar os caminhos e a enchê-los de cor!

Alexandra Gandra                     

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Tomás da Anunciação
1818-1879

Um dos expoentes da pintura romântica portuguesa

Tomás José da Anunciação nasceu em Lisboa no seio de uma família humilde a 26 de Outubro de 1818. Desde muito cedo revelou grande vocação para o desenho. Frequentou as aulas de arquitectura da Sala do Risco no Arsenal e foi praticante de desenhador no Museu de História Natural, ainda muito jovem.
Em 1837 inscreveu-se na Aula de Desenho da Academia de Belas Artes e terminado o curso, que contestara pelo excessivo academismo e trabalho de atelier, dedica-se à litografia, a documentos de História natural e à realização de pequenas telas de paisagem e animalismo, que vendia no incipiente mercado de arte português.
Flores, frutos, peças de caça e finalmente animais. Estes começarão por ser os objectos do seu olhar romântico; olhar romântico, diga-se, bem mais sereno que aquele que os seus colegas alemãs, franceses ou ingleses, na mesma altura, exibiam perante o mundo. O pintor português optaria por um traço que, sendo vigoroso, estava longe de ser consumido por uma paixão perigosa ou um ideal absoluto. O romantismo, mais do que no espírito dos homens, devia ser procurado na natureza. Assim, e na companhia de vários colegas, acabaria por protestar contra os métodos vigentes no ensino, recusando a “prisão” das salas de aula e ateliers, e defendendo a prática da pintura ao livre.
Economicamente impossibilitando de viajar para o estrangeiro, Tomás da Anunciação vai localizando as suas referências à volta de pintores franceses dos finais do século XVIIII como Guillard ou Pillement (do período Rococo), cujos quadros, de paisagens animadas por animais, tinha a oportunidade de apreciar de perto nas casas dos coleccionadores. O seu conhecimento era, pois, diferido e atrasado, e só estimulado quando colegas regressados de Paris lhe comunicavam as novidades.
Realiza cópias de mestres estrangeiros para o conde de Rackzynski, ministro da Prússia na corte de Lisboa. Também Dom Fernando adquiriu várias das suas obras.
Em 1852, foi nomeado professor de Pintura de Paisagem na Academia de Belas Artes de Lisboa e director a partir de 1878. Foi ainda professor da Rainha D. Maria Pia e director da Galeria Real da Ajuda. Fundou a Sociedade Promotora de Belas-Artes (1862-1881), onde se apresentou com regularidade até 1874, obtendo medalhas de honra, de primeira e segunda classe. Obteve também em 1865 a medalha de honra na Exposição Industrial do Porto, a única conferida a artistas nesse certame. Integrou a Exposição Internacional de Madrid em 1971, sendo galardoado com a medalha de ouro.
Com a sua obra A Vista da Penha de França, foi considerado pelos seus colegas o mestre da geração romântica. Artista pouco estudado, refere o crítico Zacharias d’Aça que terá produzido cerca de quinhentas pinturas, na sua maioria paisagens, pintadas no local, fortemente influenciadas pelo paisagismo holandês do século XVII, promovendo uma estética introdutória do naturalismo, por oposição ao academismo clássico.
Tomás da Anunciação morre em Lisboa em Abril de 1879.

 Vista da Penha de França, 1857
Óleo sobre tela, 68,90 x 105 cm
MNAC – Museu do Chiado, Lisboa

 Paisagem e Animais, 1851
Óleo sobre tela, 40,50 x 51,50 cm
MNAC – Museu do Chiado, Lisboa

 Vista da Amora, Paisagem com Figuras, 1852
Óleo sobre tela, 67,50 x 88,50
MNAC – Museu do Chiado, Lisboa

 Na Eira, 1861
Óleo sobre tela, 123 x 193
MNAC – Museu do Chiado, Lisboa

 O Vitelo, 1873
Óleo sobre tela, 75 x 125 cm
MNAC – Museu do Chiado, Lisboa

Fonte: Arte Portuguesa do Século XIX – MNAC, Site do Museu José Malhoa e Naturlink

quinta-feira, 9 de junho de 2011

terça-feira, 7 de junho de 2011

Donato Bramante
1444-1514

Donato Bramante, cujo nome de baptismo era Donato di Angelo del Pasciuccio, também chamado de Donato de Urbino, nasceu em 1444 em Fermignano, perto de Urbino e morreu em Roma em 1514.
Donato Bramante é conhecido antes de mais como fundador do estilo de arquitectura do Alto Renascimento italiano, mas também é famoso como pintor. Na verdade, a sua primeira formação foi como pintor, possivelmente sob a tutela de mestres do norte de Itália. Na década de 60 do século XV, trabalhou na corte de Urbino, onde pode ter conhecido Piero della Francesca. Foi também aqui que Luciano Laurana o introduziu na arquitectura, Bramante foi influenciado pelas obras de Andrea Mantegna, do escultor Donatello (1386-1466) e do arquitecto e teórico de arte Leon Batista Alberti (1404-1472). Na viragem do século mudou-se para a Lombardia e mais tarde para Milão. A princípio trabalhou como pintor e depois como arquitecto para o Duque Sforza. Em 1499, foi para Roma, entrando ao serviço do Papa Júlio (1443-1513) em 1503. Aqui iniciou a construção da Basílica de São Pedro, de acordo com os seus projectos. Conseguiu desenvolver completamente uma nova interpretação da Antiguidade, na qual a harmonia e a luz encontram expressão ideal. Além das suas obras de arte, Bramante deixou ainda , importantes escritos teóricos e a sua obra exerce uma notável influência sobre a obra de Michelangelo e até de Rafael.

 Cristo na Coluna, 1480-81
Têmpera sobre madeira, 93 x 62 cm
Pinacoteca di Brera, Milão Itália
Bramante pintou este painel para a Abadia de Chiara, perto de Milão. A sua representação do corpo de Christo tem uma geometria monumental, parecendo talhado num pedaço de mármore. O uso da luz e da sombra, para efeitos estéticos, por parte de Bramante também é notável.

Fonte: 1000 Obras Primas da Pintura Europeia (DINALIVRO)

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Paris Bordone
1500-1571

Paris Bordone nasceu em Treviso, Itália em 1500 e morreu em Veneza em 1571. É um representante típico dos últimos tempos do Renascimento em Veneza. Sabe-se que viveu na cidade a partir de 1518. Foi provavelmente aluno de Ticiano, que se manteve como uma grande influência no seu trabalho ao longo de toda a vida criativa do pintor. Giorgione e Lorenzo Lotto foram também fontes de inspiração.
Bordone cedo se tornou conhecido como pintor de retratos e recebeu inúmeras encomendas no país e no estrangeiro. Trabalhou para a rica família Fugger em Augsburg no ano de 1540, e trabalhou para a corte de França em 1559.
Além dos retratos Bordone pintou também obras mitológicas e religiosas, peças para altar e frescos.

 Retrato de Mulher, 1530
Óleo sobre tela, 106 x 82 cm
Gallerie degli Uffizi, Florença
Este retrato da colecção do Cardeal Leopoldo de Medici, diz-se representar a ama de leite da família. Como noutros retratos de Bordone, a influência de Ticiano pode ser sentida especialmente na modelaçãoo dos traços do rosto e no tratamento de cor do vestido da mulher.

Amantes Venezianos, 1520-1530
Óleo sobre tela, 95 x 80 cm
Pinacoteca di Brera, Milão
Esta é uma das pinturas mais conhecidas de Bordone. A relação afectuosa deste casal confere à pintura uma sensualidade contida que lembra certas obras de Giorgione. Qualquer elemento mais efusivo é, no entanto, substituído pelo estilo de um idílio burguês. A requintada sensibilidade é também típica desta fase da carreira de Bordone.

 São Jorge lutando contra o Dragão.
Óleo sobre madeira, 290 x 189 cm
Pinacoteca Apostólica Vaticana, Vaticano
Este retábulo, originalmente concebido para a igreja franciscana de São Jorge em Noale (Treviso), é uma das maiores obras de Bordone. Como na maioria das representações contemporâneas do tema, o soldado e mártir cristão é mostrado no papel mitológico de matador do dragão. Segundo a lenda, São Jorge salvou deste monstro uma bela princesa.

 Venus, Flora, Mars and Cupido, 1550
Óleo sobre tela, 108 x 129
Hermitage Museum,

 Estudo de Figura de homen nu, 1530
Gis preto e branco sobre papel, 34,50 x 24,50
Musée Paul Dupuy, Toulouse, France

Fonte: 1000 Obras Primas da Pintura Europeia (DINALIVRO)

domingo, 5 de junho de 2011

Marie-Guilhelmine Benoist
1768-1826

Marie-Guilhelmine de Laville-Leroux, nasceu e morreu em Paris. Em 1793 casa com Pierre-Vincent Benoist, ficando conhecida na história da arte por Marie-Guilhelmine Benoist.
Discípula de Elizabeth-Louise Vigée-Lebrun e posteriormente de Jacques-Louis David, a sua obra, que foi exposta pela primeira vez em 1784, cedo recebeu o reconhecimento do público.
Marie-Guilhelmine Benoist, foi uma das pintoras de maior êxito da sua geração
Em 1804, recebeu uma medalha de ouro e fundou um estúdio para mulheres artistas.
No começo da sua carreira, Benoist pintou motivos clássicos, mas desistiu aos poucos desses motivos enveredando a partir de 1795 por retratos de personagens famosos da sociedade parisiense ou simplesmente retratando pessoas comuns. As suas pinceladas poderosas antecipam o estilo de Jean-Auguste-Dominique Ingres que lhe sucedeu no género.
Entre as suas obras mais famosas estão A Princesa Paulina Borghese de1808, Lendo a Bíblia de 1810 e Retrato de Mulher Negra de 1800.

Princess Pauline Borghese, 1808
Óleo sobre tela, 200 x 142 cm
Château de Versailles et de Trianon, Versailles, France

Retrato de Mulher Negra, 1800
Óleo sobre tela, 81 x 65 cm
Museu do Louvre, Pars

Cada pormenor desta tela serve para realçar o motivo central: a dignidade desta mulher estrangeira. Se repararmos, ela olha para baixo para nós observadores de uma forma orgulhosa e com uma expressão enigmática. A alvura do vestido que ela enverga salienta a cor escura da pele.
Loius XVIII, quando olhou para este quadro, achou-o tão impressionante que o comprou imediatamente para a sua colecção no Louvre.


Madame Philippe Desbassayns, 1802-1803
Óleo sobre tela, 116,80 x 89,50
Metropolitan Museum of Art, New York


FONTE: 1000 Obras Primas da pintura Europeia (DINALIVRO)

sábado, 4 de junho de 2011

Mieke Teirlinck

Pintor belga, nascido em 1959. Vive e trabalha em Bruxelas.

Sam 4
Óleo sobre tela, 50 x 50 cm

Nu sentado
Óleo sobre tela, 60 x 50 cm

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Édouard Manet (1832-1883)

ANinfa Surpreendida, 1859/1861
Óleo sobre tela, 146 x 114 cm
Museu Nacional de Belas Artes de Buenos Aires, Argentina

Cristo com os Anjos, 1864
Óleo sobre tela, 179,40 x 149,90 cm
The Metropolitan Museum of Art, New York

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Jean-Auguste Dominique Ingres







 Ingres
1780-1867

Pintor e desenhista francês







Jean-Auguste Dominique Ingres, ou simplesmente Ingres como é mais conhecido, nasceu em Montauban, França,  filho de um alfaiate e o primeiro de sete irmãos.
Ingres ganhou fama como retratista, embora acreditasse que a pintura histórica lhe proporcionaria um reconhecimento mais duradouro. Tendo ganho o Prix de Rome, viveu em Itália dirante dezassete anos, regressando a Paris em 1824. Aqui encontrou pouco em comum com os seus contemporâneos franceses, que entretanto tinham “respirado a atmosfera do romantismo”.  Ingres chamou ao seu rival mais jovem, Delacroix, “o apóstolo da fealdade”. Em retaliação, Delacroix declarou que Ingres não tinha “absolutamente nenhuma imaginação”. Na verdade, Ingres não tinha instinto para a narrativa e as suas obras sofrem por isso. Vendo de perto, contém um enorme volume de informações, mas sem energia que as una.
Ingres tinha uma mentalidade burguesa, contudo a sua obra revela, como reconheceu Baudelaire, “uma natureza profundamente sensual”.  É por isso que Ingres é tão admirado. Os seus quadros são pintados com uma materialidade assombrosa, ela saboreia todos os pormenores das roupas e das jóias dos seus modelos abastados.
Ingres regressou a Roma como director da Academia Francesa em 1834. Longe das críticas constantes de Paris, revelou o seu talento para o ensino. Tal como o seu próprio mestre, David, defendia o desenho acima de tudo: “Se tivesse de pôr um aviso na minha porta, escreveria “Escola de Desenho” e tenho a certeza de que criaria pintores”.
Durante toda a sua carreira, Ingres encontrou grandes fracassos e grandes sucessos, contudo, hoje é considerado um dos mais importantes nomes da pintura do século XIX.
Ingres morreu em Paris de pneumonia no ano de 1867.

 Jupiter e Tétis, 1811
Óleo sobre tela
Museu Granet, Aix-en-Provence, França

Louis François Bertin, 1832
Óleo sobre tela, 95 x 116 cm
Museu do Louvre, Paris, França

Sentado numa simples cadeira contra um fundo sóbrio, Bertin, o fundador e director do Journal des Débats, simboliza a burguesia liberal e as suas instituições. Esta retrato soberbamente delineado é considerado um dos melhores do século XIX e sem dúvida um feiro supremo de Ingres.

Fonte: 100 grandes artistas, Circulo de Leitores


quarta-feira, 1 de junho de 2011

Maruja Mallo






Maruja Mallo
1902-1995

A artista Galega mais reconhecida do século XX







Ana Maria Manuela Josefa Gómez y González, conhecida no mundo das artes como Maruja Mallo, nasce em Vivero (Lugo), Espanha a 5 de Janeiro de 1902, no seio de uma família numerosa, é a quarta de catorze irmãos. Começa os seus estudos em Avilés onde seu pai, funcionário de alfandega estava destacado.
Em 1922 sua família insta-se em Madrid e Maruja Mallo inscreve-se na Academia de San Fernando juntamente com seu irmão Cristino. Nas aulas de Julio Moisés, conhece Salvador Dalí e, através dele todos os outros “residentes”, entre eles Lorca.
No ano de 1928 expõe na Revista de Occidente, consagrando-se como uma das pintoras mais prometedoras de Madrid. Em 1932 expõe em Paris na galeria Pierre, a sua série considerada surrealista Cloacas y campanários. Conhece André Breton, que adquire uma das suas obras e Torres García, que a introduz nas questões geométricas que irão marcar a sua obra.
Em 1936 participa na Exposição Logicofobista da ADLAN. Em passeio pela Galicia é surpreendida pela guerra civil e, parte para Buenos Aires, onde ficará até 1961. Durante a sua estada na Argentina, Mallo viaja por diversos países da América do Sul, mantendo-se sempre em contacto com a vanguarda europeia.
Em 1962 instala-se definitivamente em Madrid. Continua a trabalhar com a mesma vitalidade de sempre, e a sua obra é cada vez mais valorizada pelos críticos e pelos galeristas, principalmente pelos críticos mais jovens, que vêem nela a encarnação da vanguarda reprimida pelo franquismo.
Com a morte de Franco, chega o seu reconhecimento oficial, sendo galardoada com a Medalha de Ouro de Belas Artes, concedida pelo Ministério da Cultura em 1982, Medalha de Ouro da Comunidade de Madrid em 1990 e Medalha de Ouro concedida pela Xunta da Galicia.
Maruja Mallo,  morre no Lar de Idosos Menéndez Pidal, em Madrid a 6 de Fevereiro de 1995 com 93 anos de idade.

 Maruja Mallo com Andy Warhol em Madrid 1982

 Pablo Neruda e Maruja Mallo nas praias do Chile, 1945

Espantalhos, 1929
Óleo sobre tela, 138 x 198 cm
Colecção particular


 Figura, 1932
Óleo sobre tela, 46 x 58 cm
Museu Patio Herreriano, Valladolid, Espanha

Basuras, 1930
Óleo sobre tela, 43 x 55 cm
Fundação María José Jove, La coruña, Espanha

 Arquitectura vegetal, 1933
Óleo sobre tela, 20 x 28 cm
Colecção particular

 Arquitectura vegetal, 1933
Óleo sobre tela, 20 x 28 cm
Colecção particular

A mulher da Cabra, 1927
Óleo sobre tela, 110 x 110 cm
Colecção Fundación Pedro Barrié de la Maza, Vigo, Espanha

Elementos para o Desporto, 1927
Óleo sobre cartão, 59 x 69,10 cm
Colecção Guillermo de Osma, Madrid, Espanha

 Ciclista, 1927
Paradeiro desconhecido

 Duas Mulheres na Praia, 1928
Óleo sobre tela, 100 x 122 cm
Colecção particular

 Estampa, 1928
Lápis de cor sobre papel, 39 x 30 cm
Colecção Fundación MAFRE, Madrid, Espanha

Máscaras, 1952
Óleo sobre tela colada em madeira, 22 x 35 cm
Museu Patio Herreriano, Valladolid, Espanha

 Máscaras, 1952
Óleo sobre tela colada em madeira, 35,50 x 25 cm
Museu Patio Herreriano, Valladolid, Espanha

 Estrelas do Mar
Óleo sobre tela, 60 x 65
Colecção particular

Armonia Plástica (painel direito), 1945
Mural para o cinema Los Angeles em Buenos Aires, Argentina

 Cacho de Uvas, 1944
Óleo sobre contraplacado, 66 x 55 cm
Colecção Guillermo de Osma, Madrid, Espanha

Guia Postal de Lugo, 1929
Têmpera sobre cartão, 58,40 x 99,40 cm
Museu Provincial de Lugo, Lugo, Espanha

 Estampa, 1927
Lápis de cor sobre papel, 44 x 31 cm
Colecção particular

 Verbena, 1927
Óleo sobre cartão, 75 x 118 cm
Colecção particular

Personagens para “La Pájara Pinta”, 1935
Lápis de cor sobre papel, 38 x 78 cm
Colecção particular

Mensagem do Mar, 1938
Óleo sobre tela, 95 x 175 cm
Colecção particular

 Arquitectura Humana, 1937
Óleo sobre tela, 84 x 100 cm
Colecção particular

 Oro (retrato bidimensional), 1951
Óleo sobre tela colado em madeira, 51 x 40 cm
Museu Patio Herreriano, Valladolid, Espanha

 Cabeça de Mulher (frente), 1941
Óleo sobre tela, 56 x 44 cm
Museu Provincial de Belas Artes Rosa Galisteo de Rodriguez,
Santa Fé, Argentina

 Retrato de Mulher Negra, 1951
Óleo sobre tela, 55 x 43 cm
Museu Patio Herreriano, Valladolid, Espanha

Surpresa do Trigo, 1936
Óleo sobre tela, 66 x 100 cm
Colecção particular

Cabeças e Atletas, 1950
Tinta, lápis de cor e giz branco sobre papel, 32,50 x 48
Colecção Guillermo de Osma, Madrid, Espanha

Arquitectura mineral II, 1933
Óleo sobre cartão, 26 x 18 cm
Colecção particular

 Natureza viva, 1942
Óleo sobre contraplacado, 41 x 31,50
Colecção particular

Natureza viva com orquídea, 1942
Óleo sobre tela colada em contraplacado, 42 x 30 cm
Colecção Guillermo de Osma, Madrid, Espanha

Natureza viva, 1942
Óleo sobre madeira, 42 x 29,50 cm
Colecção particular

Selvatro, 1979
Óleo sobre madeira, 40 x 40 cm
Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madrid, Espanha

 Protoesquema, 1982
Óleo sobre tela, 50 x 45 cm
Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madrid, Espanha

Concorde, 1979
Guache, esferográfica preta e cera sobre cartolina, 32 x 25
Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madrid, Espanha

 Fonte: Libro, Maruja Mallo de Estrella de Diego, Fundación MAFRE, Instituto de Cultura, Espanha