quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Malangatana








Malangatana
1936-5/1/2011








Malangatana Valente Ngwenya nasceu a 6 de Junho de 1936 em Matalana, distrito de Marracuene, Moçambique. Passou a infância ajudando sua mãe na fazenda enquanto frequentava a Escola da Missão Suíça protestante, onde aprendeu a ler e a escrever, e após o seu encerramento, na Escola da Missão Católica, concluindo a terceira classe em 1948.
Aos 12 anos de idade, mudou-se para Lourenço Marques (actual Maputo) à procura de trabalho, tendo trabalhado em vários ofícios. Em 1953 arranjou trabalho como apanhador de bolas num clube de ténis, o que lhe permitiu retomar os estudos, estudava à noite e aí descobriu o seu interesse pelas artes. Teve como mestre, o arquitecto Garizo do Carmo. Um dos membros do clube de ténis, Augusto Cabral, ofereceu-lhe material de pintura e ajudou-o a vender os seus primeiros trabalhos.
Em 1958, ingressou no Núcleo de Arte, uma organização artística local, recebendo o apoio do pintor Zé Júlio. No ano seguinte, expôs a sua arte publicamente, pela primeira vez, numa exposição colectiva, passando a artista profissional graças ao apoio oferecido pelo arquitecto português Pancho Guedes, através da cedência de um espaço para ateliêr e, através da aquisição mensal de dois quadros.
Em 1961, com 25 anos, fez a sua primeira exposição individual, no Banco Nacional Ultramarino e, em 1963, publicou alguns dos seus poemas no jornal “Orfeu Negro” e foi incluído na “Antologia da Poesia Moderna Africana”.
Nessa altura é indiciado como membro da FRELIMO, ficando preso na Cadeia de Machava, até ser absolvido a 23 de Março de 1966. A 4 de Janeiro de 1971, foi detido com o intuito de que esclarecesse o simbolismo do quadro "25 de Setembro" que tinha exposto recentemente no Núcleo de Arte, pondo em risco a sua partida para Portugal, onde tinha obtido uma bolsa da Fundação Gulbenkian para estudar gravura e cerâmica.
Depois da independência de Moçambique, foi eleito deputado em 1990, pela FRELIMO, em 1998 foi eleito para a Assembleia Municipal de Maputo e reeleito em 2003, participou em acções de alfabetização e na organização das aldeias comunais na Província de Nampula. Foi um dos fundadores do “Movimento Moçambicano para a Paz” e fez parte dos “Artistas do Mundo contra o Apartheid”.
Faleceu a 5 de Janeiro de 2011 no Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, Portugal.
A sua obra, gira à volta dos acontecimentos políticos e históricos de Moçambique, focando-se até 1975 nas injustiças do colonialismo português e sobre a luta anticolonial e depois da independência sobre os temas em foco no país tais como a guerra civil. Após esse período a sua obra começou-se a focar sobre temas mais amplos e universais, capturando a dureza da vida e os seus aspectos heróicos, passando a partir dos anos 80 a ter um carácter mais sensual e muito marcado sobre o amor
Ao longo dos anos, realizou imensas exposições individuais em Moçambique, Alemanha, Áustria, Bulgária, Chile, Cuba, Estados Unidos, Espanha, Índia, Macau, Portugal e Turquia. Tem vários murais pintados ou gravados em cimento em Maputo e em outros países. É também conhecido pela sua Pintura, Desenho, Aguarela, Gravura, Cerâmica, Tapeçaria e Escultura, encontrando-se representado em vários museus e galerias públicas, bem como em colecções privadas, por todo o Mundo.
Malangatana, foi galardoado com a medalha Nachingwea, pela sua contribuição para a cultura moçambicana, e foi investido Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.
Em 1997 foi nomeado "Artista pela Paz" pela UNESCO e recebeu o prémio Príncipe Claus.
Em 2010, recebeu o título de "Doutor Honoris Causa", pela Universidade de Évora e, a condecoração, atribuída pelo governo francês, de "Comendador das Artes e Letras".
Malangatana também foi um dos poucos estrangeiros a ser nomeado membro honorário da Academia de Artes da República Democrática Alemã.













EXPOSIÇÃO

As negras das lagoas
fazem exposição
de quadros nus e tristes
com os próprios corpos as artistas
pintam no fundo da parede de caniço

É uma exposição permanente
e uma galeria de quadros humanos
que se vendem na galeria livre
uma galeria mais que pública
inaugurada pelo primeiro que chegou

Os quadros adquiridos
são pagos no quarto da negra
depois de oferecer a sua carne
e o adquiridor nunca leva o seu quadro
fica para outro paraquedista

Fontes: wikipedia e outras fontes da net

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Philippe de Champaigne




Philippe de Champaigne
1602-1674

Notável retratista




Philippe de Champaigne nasceu em Bruxelas, onde se exercitou como paisagista.
Em 1621, foi para Paris, e aí encontrou Poussin, com quem colaborou nas decorações do Palácio do Luxemburg. Depois de uma curta visita a Bruxelas, tornou-se, em 1628, pintor da rainha-mãe, Maria de Medicis. Ganhou o favor de Luís XIII e pintou um retrato do rei coroado pela Vitória, com paisagem de fundo de La Rochelle, onde os protestantes tinham sido derrotados pouco antes.

Em 1643 Champaigne entrou em contacto com as freiras de Port-Royal, quando as suas filhas foram para o convento. Juntamente com muitos outros homens graves do seu tempo, foi atraído pela doutrina severa e sincera dos jansenistas. (O jansenismo foi um movimento de carácter dogmático, moral e disciplinar, que assumiu também contornos políticos, e se desenvolveu principalmente em França e na Bélgica, nos séculos XVII e XVIII, em reacção a certas doutrinas e práticas no seio da Igreja Católica. Tem esse nome por ter origem nas ideias do bispo de Ypres, Cornelius Jansen). As consequências deste ensino podem ser vistas em todas as obras executadas por Champaigne depois dessa data.
Finalmente rejeitou o estilo barroco, e as suas últimas obras, muitas vezes retratos de grupos citadinos, atingem real originalidade nas atitudes retraídas e na coloração sóbria. A obra-prima deste período é uma pintura votiva, produzida em agradecimento pela cura de sua filha, atacada em 1660 por uma paralisia que nos finais de 1661 a impossibilitou de andar. A prioresa mandou rezar uma novena na esperança de que ela se curasse, e ao fim de nove dias a cura verificou-se repentinamente. A pintura mostra a prioresa ajoelhada ao lado da freira doente. É simples e geometricamente severa na sua composição, e os únicos traços de cor são as duas cruzes carmesins nas vestes das freiras, estando mesmo uma delas, parcialmente oculta.
Champaigne foi o melhor e o mais notável retratista do seu tempo. Tinha muitos alunos e auxiliares na sua oficina em Paris, onde trabalhou até morrer em 1674.

Retrato de Homem, 1650
Óleo sobre tela, 72 x 91 cm
Museu do Louvre, Paris, França

Triplo Retrato do Cardeal Richelieu, 1640
Óleo sobre tela, 72 x 58 cm
National Gallery, Londres, Inglaterra

Apresentação de Jesus no templo
Óleo sobre tela, 197 x 257 cm
Museu Real das Belas Artes, Bruxelas, Bélgica

Maria Madalena
Óleo sobre tela, 87 x 115,5 cm
Museum of Fine Art, Houston, Texas, United States

Duas Freiras
Óleo sobre tela, 229 x 165 cm
Museu do Louvre, Paris, França

Fonte: Enciclopédia Ilustrada de Belas Artes, Grolier, Lda. 7ª. Edição 1979

sábado, 1 de janeiro de 2011

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Arshile Gorky



Arshile Gorky
1904-1948

Pintor americano nascido na Arménia, que integrou o movimento “Expressionismo Abstracto”


Arshile Gorky, de seu nome Vosdanig Monog Adoian, nasceu numa pequena aldeia da Arménia.
Em 1915, sob a opressão turca, Gorky, a mãe e as irmãs encontravam-se entre os milhares de refugiados que fugiram a pé para Erevan, tendo muitos morrido de cólera.
Em 1919, a mãe morreu de fome, e Gorky, após ter ido descalço para Tiflis, conseguiu emigrar para os Estados Unidos da América. Frequentou aulas em Providence e em Boston, mudando-se em 1925 para New York, onde leccionou na Grand Central School. No mesmo ano mudou o nome para Arshile Gorky, passando, por vezes, por parente do escritor russo Máximo Gorky. A primeira exposição exclusivamente de Gorky realizou-se em 1934, na Mellon Zallem, em Filadélfia. No ano seguinte juntou-se ao W.P.A. Federal Art Project, começando um mural para o Edifício da Aviação da Exposição Universal de New York.
Em Janeiro de 1946, um fogo no seu estúdio, destruiu vinte e sete dos seus quadros, e em Fevereiro foi-lhe diagnosticado um cancro tendo sido submetido a uma intervenção cirúrgica.
Em 1948, num acidente de viação, quebrou o pescoço e feriu o braço direito. Todos estes acontecimentos devem ter contribuído para o infeliz desfecho. Gorky enforcou-se a 21 de Julho desse mesmo ano, no seu estúdio em Sheman, CT (EUA).
Agonia, 1947
Óleo sobre tela, 101,6 x 128,3 cm
MoMA, Nova Iorque, E.U.A.

Só nos anos 40 Gorky começou a pintar num estilo individual. Os anos anteriores haviam sido um período de aprendizagem, durante o qual seguiu de perto a obra de artistas mais velhos, com nome já feito. O primeiro desses mestres foi Paul Cézanne, cuja influência sobre Gorky é visível cerca de 1927. Isto levou logicamente a experiências com o cubismo e à admiração por Picasso, que era o seu mestre mais importante. Durante os anos 30, a pintura de Gorky foi mais influenciada pelas obras recentes de Picasso, como se pode ver em Organização, de 1934-36. No fim desta década, as obras de Gorky tornaram-se mais abstractas e também de carácter mais surrealista, sendo a partir destas tendências, estimuladas pela chegada a Nova Iorque de surrealistas europeus, na sequência da segunda guerra mundial, e pela colecção das obras de Kandinsky no Museu Guggenheim, que o estilo individual de Gorky se desenvolveu.

 Retrato de Gorky e sua Mãe

O Artista e sua Mãe
Óleo sobre tela, 152,3 x 127 cm
National Gallery of Art, Washington, D.C., Ailsa Mellon Bruce Fund

O Artista e sua mãe, 1926-36
Óleo sobre tela, 152,4 x 127 cm
Whitney Museum of American Art, Nova Iorque, E:U:A:

The Betrothal, II, 1947
Óleo sobre tela, 128,9 x 96,5 cm
Whitney Museum of American Art, Nova Iorque, E:U:A:
Nighttime, Enigma and Nostalgia, 1931-2
Pen, brush and ink on board (recto), 66.2 × 86.7 cm
Whitney Museum of American Art, New York, E.U.A.
Diário de um Sedutor, 1945
Óleo sobre tela, 126,7 x 157,5 cm
MoMA, Nova Iorque, E.U.A.
Colecção The Honorable e Mrs. William A. M. Burden

Água do Moinho Florido
Óleo sobre tela, 107,32 x 122,67 cm
Metropolitan Museum of Art, Fundo George A. Hearn, 1956
Nova Iorque, E.U.A.

Organização, 1933-1936
Óleo sobre tela, 127 x 152 cm
The National Gallery of Art, Washington D.C., E.U.A.

Leonora Portnoff, 1935
Lápis sobre papel, 32 x 24,3 cm
MoMA, Nova Iorque, E.U.A.

The Leaf of the Artichoke Is an Owl (A Folha da Alcachofra é um Mocho), 1944
Óleo sobre tela, 71,1 x 91,2 cm
MoMA, Nova Iorque, E.U.A.

Virginia Landscape,1944
Grafite e Lápis de Cera sobre wove paper overall, 55,8 x 76,2 cm
National Gallery of Art, Washington, D.C., E.U.A.

Verão, 1944
Óleo sobre tela, 167 x 178,2 cm
Guggenheim Foundation, Peggy Guggenheim Collection

Sem Título, 1944
Óleo e Lápis sobre tela, 49,8 x 75,8 cm
National Gallery of Australia, Canberra

Plumage Landscape, 1947
Óleo sobre tela, 96,5 x 129,5 cm
National Gallery of Australia, Canberra

Charred Beloved II 1946
Óleo sobre tela, 137 x 101,6 cm
National Galllery of Canada, Ottawa

Enigmatic Combat, 1936-1937
Óleo sobre tela, 90.81 cm x 121.92 cm
Collection SFMOMA, Gift of Jeanne Reynal
San Francisco Museum of Modern Art, E.U.A.

Natureza morta, Flores num Jarro, 1938-1939
Óleo sobre tela, 71.44 cm x 51.12 cm
San Francisco Museum of Modern Art, E.U.A.


Fontes: Enciclopédia Ilustrada de Belas Artes, Expressionismo Abstracto da TASCHEN

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Jackson Pollock



Jackson Pollock
1912-1956

Um dos expoentes do movimento a que chamaram de expressionismo abstracto.




Paul Jackson Pollock, pintor norte-americano, nasceu a 28 de Janeiro de 1912 em Cody e morreu a 11 de Agosto de 1956 em East Hampton
Pollock não era um pintor “nato”. Aos dezasseis anos, começou como escultor, mas antes de atingir os dezoito anos, passaria para a pintura.
De 1936 a 1942, trabalhou no Federal Art Project, como fizeram muitos dos futuros chefes da escola de New York.
O seu trabalho foi pela primeira vez exposto na galeria MacMillan, numa exposição internacional, e três anos depois fez uma exposição individual na galeria Art of this Century, de Peggy Guggenheim, seguindo-se um contrato com esta, que lhe permitiu dedicar-se unicamente à pintura. No fim de 1940 Peggy Guggenheim trouxe pela primeira vez o trabalho de Pollock à Europa.
Em 1944, Pollock casou com Lee Krasner, também pintora, viveu em Nova Iorque e depois em Long Island.
Morreu num acidente de automóvel em 1956.

Homem Nu com Faca
Óleo sobre tela, 127 x 91,4 cm
Tate Gallery, Londres

A Chama
Óleo sobre tela, 51,1 x 76,2 cm
MoMA, Nova Iorque, Estados Unidos

Number 1, (Lavender Mist)
Óleo, esmalte (enamel) e alumínio sobre tela, 223,5 x 302,3 cm

Fonte: Expressionismo Abstracto, Barbara Hess, TASCHEN

sábado, 25 de dezembro de 2010

Nikias Skapinakis





Nikias Skapinakis
1931






Nikias Skapinakis, de ascendência grega nasceu em Lisboa em 1931. Em algumas entrevistas, ele evoca o estímulo e apoio que recebeu da família para apreciar as obras-primas da História da Arte e iniciar-se na aprendizagem artística, aos 14 anos. Ao mesmo tempo que frequentava o liceu, Nikias estuda pintura e desenho com os pintores Domingos Rebelo, Duarte de Almeida e Emmérico Nunes, nos cursos da Sociedade Nacional de Belas-Artes (SNBA).
Após a conclusão do liceu, dá continuidade aos estudos artísticos, inscrevendo-se no curso de Arquitectura da Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa (ESBAL). Contudo, passados três anos, Nikias desiste da formação académica. Seria pouco tempo depois expulso da Escola, como outros alunos, na sequência de um processo académico de natureza política. Esta expulsão veio, no entanto, apenas reforçar uma decisão que já tinha tomado – a de não mais entrar como aluno na ESBASL. Para além de se sentir sem vocação para a Arquitectura, considera que o ensino académico praticado em Lisboa é obsoleto e conservador. Deste modo, ao mesmo tempo que sente o apelo da pintura, torna-se, voluntariamente, autodidacta.
Começou por expor em 1948, nas Exposições Gerais de Artes Plásticas, e, desde então, realizou diversas exposições individuais e participou em numerosas colectivas em Portugal e no estrangeiro. Além da pintura a óleo, como actividade dominante, dedicou-se à litografia, à serigrafia e à ilustração de livros. Entre outras obras, ilustrou Quando os Lobos Uivam, de Aquilino Ribeiro (Livraria Bertrand, 1958) e Andamento Holandês, de Vitorino Nemésio (Imprensa Nacional, 1983). Executou litografias para o Congresso de Psicanálise de Línguas Românicas (1968) e para o Cinquentenário do Banco Português do Atlântico (1969). Executou serigrafias para Kompass (1973).
É autor de um dos painéis do Café "A Brasileira do Chiado" (1971) e participou na execução do painel comemorativo do 10 de Junho de 1974.
Em 1963 obteve a Bolsa Malhoa da Sociedade Nacional de Belas-Artes. Em 1976-1977 foi-lhe concedido um subsídio para investigação pela Fundação Calouste Gulbenkian.
Em 1985, o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian mostrou uma exposição antológica da sua pintura, completada com uma retrospectiva da obra gráfica e guaches na Sociedade Nacional de Belas-Artes.
Em 1993 apresentou no Palácio Galveias (C.M.L.) uma antologia de desenhos realizados a partir de 1985.
Em 1996, o Museu de Arte Contemporânea do Chiado realizou uma retrospectiva de retratos (1955-74).
Em 2000, o Museu de Arte Moderna da Fundação de Serralves apresentou a exposição antológica "Prospectiva", que reuniu pintura e desenho entre 1966 e 2000.
No ano de 2005 recebeu o Grande Prémio Amadeo de Souza Cardoso e realizou um painel em cerâmica para o Metropolitano de Lisboa. No ano seguinte, a Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva apresentou a série de pinturas “Quartos Imaginários” relativa a quartos de dormir e a ateliês de diversos pintores e poetas.
Em 2006, foi-lhe atribuído o primeiro prémio do Casino da Póvoa de Varzim. Tem publicado textos de intervenção crítica em diversos jornais e revistas.
Vive e trabalha em Lisboa.

Os Artistas Unidos produziram, em 2007, um filme realizado por Jorge Silva Melo intitulado NIKIAS SKAPINAKIS: O TEATRO DOS OUTROS (edição Midas).

Paisagem da Trafaria, 1955
Série “Lirismo expressionista”
Óleo sobre tela, 50 x 64 cm
Colecção do Autor

Quintais de Lisboa, 1956
Série “Lirismo expressionista”
Óleo sobre tela, 100 x 73 cm
Colecção Particular

Tertúlia, 1960
Óleo sobre tela, 72,3 x 100 cm
Colecção do Autor

Retrato de Almada Negreiros, 1958
Óleo sobre tela, 81 x 54 cm
Colecção Museu de Luanda

Mulher a fazer malha, 1956
Óleo sobre tela, 100 x 73 cm
Colecção Particular

Estudo para Marquise, 1962
Óleo sobre tela, 100 x 73 cm
Colecção Sociedade Nacional de Belas-Artes de Lisboa
(Bolsa Malhoa, 1963)

Delacroix no 25 de Abril em Atenas, 1975
Série “Para o estudo da melancolia em Portugal”
Óleo sobre tela, 145 x 235 cm
Colecção Particular

Pimentão vermelho, 1978
Série “ A cesta de Deméter”
Óleo sobre tela, 52 x 80 cm
Colecção do Autor

Mãos Dadas, 2001
Série “Retratos de Ausênsia”
Óleo sobre tela, 200 x 130 cm
Colecção Casino da Póvoa, Póvoa do Varzim, Portugal

Estátua de Fernando Pessoa Autor Desconhecido, 2003
Óleo sobre ela, 65 x 50cm
Colecção Particular

O Quarto Secreto de Vieira e Arpad, 2005
Série “Quartos Imaginários”
Óleo sobre tela, 100 x 73 cm
Colecção do Autor

e Nikias Skapinakis, Pintores Portugueses (Leonor de Oliveira)