sábado, 7 de maio de 2011

Pop Art

Pop Art
Quando o quotidiano invade a arte


A Pop Art é um movimento artístico que floresceu nos finais dos anos 50 e 60, sobretudo nos Estados Unidos e no Reino Unido. A “paternidade” do nome é atribuída ao crítico de arte Lawrence Alloway, que fazia assim alusão à utilização, pelos artistas deste movimento, de objectos banais do quotidiano nas suas obras. Nos Estados Unidos, Claes Oldenburg, Andy Warhol, Tom Wesselman e Roy Lichtenstein — e do outro lado do Atlântico David Hockney e Peter Blake — foram as suas figuras de proa.
A Arte Pop é considerada como uma reacção ao Expressionismo Abstracto, um movimento artístico, liderado entre outros por Jackson Pollock. O Expressionismo Abstracto, que floresceu na Europa e nos Estados Unidos nos anos 50, reforçava a individualidade e expressividade do artista rejeitando os elementos figurativos. 

Pelo contrário, o universo da Arte Pop nada tem de abstracto ou de expressionista, porque transpõe e interpreta a iconografia da cultura popular. A televisão, a banda desenhada, o cinema, os meios de comunicação de massas fornecem os símbolos que alimentam os artistas Pop. O sentido e os símbolos da Arte Pop pretendiam ser universais e facilmente reconhecidos por todos, numa tentativa de eliminar o fosso entre arte erudita e arte popular.

A Pop Art também reflectia a sociedade de consumo e de abundância na forma de representar. As garrafas de Coca-cola de Warhol, os corpos estilizados das mulheres nuas de Tom Wesselman — onde se evidencia o bronzeado pela marca do bikini — ou ainda os objectos gigantes de plástico, como o tubo de pasta de dentes de Claes Oldenburg, são exemplos da forma como estes artistas interpretavam uma sociedade dominada pelo consumismo, o conforto material e os tempos livres. 
As peças dos artistas da Pop também iam buscar as suas referências à produção industrial. Veja-se, por exemplo, a repetição de um mesmo motivo nas serigrafias de Warhol ou as telas gigantes de Lichtenstein onde, ao ampliar as imagens de banda desenhada, o artista revela os pontos de cor inerentes à reprodução tipográfica.

Nos Estados Unidos e no Reino Unido, a Arte Pop teve expressões diferentes e alguns críticos consideram que a corrente americana foi mais emblemática e agressiva que a britânica. Na altura, a Pop Art foi acusada pelos críticos de ser frívola e superficial, e mal compreendida pelo público. Mas foi um marco decisivo.

Fonte: Dossier – Jornal “O Público”, 2002 por Cláudia Castelo

James Rosenquist (1933 Dakota do Norte - )
Marilyn Monroe I, 1962
Óleo e pintura à pistola sobre tela, 236,2 x 183,30 cm
Moma, Mova Iorque
Colecção Sidney e Harriet Janis

Andy Warhol (1930-1987)
The Teenty-Five Marilyns, 1962
Serigrafia sobre acrílico sobre tela, 205,70 x 169,50 cm
Moderna Museet, Estocolmo

Peter Phillips (1939-)
Apenas para Homens. Estrelas MM e BB, 1961
Óleo e colagem sobre tela, 274,30 x 152,40 cm
Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian
Lisboa, Portugal

Tom Wesselmann
Grande Nu Americano Nº. 54, 1967
Óleo, acrílico e colagem sobre tela com diversos objectos e sonorização
177 x 215 x 99,06 cm
Museum Moderner Kunst, Viena, Austria

Tom Wesselmann
Grande Nu Americano Nº. 98, 1967
cinco telas sobrepostas a três planos, 250 x 380 x 130 cm
Museum Ludwig, Colónia, Alemanha

Andy Warhol
Fechar antes de Riscar o Fósforo (Pepsi-Cola), 1962
Acrílico sobre tela, papel de vidro, 193 x 137 cm
Museum Ludwig, Colónia, Alemanha

Tom Wesselmann
Natureza morta Nº. 20, 1962
Colagem com pintura, papel madeira e vários objectos
104,14 x 121,92 x 13,97 cm
Albright-Knox Art Gallery, Buffalo (NY)

Roy Lichtenstein
Díptico Eddie, 1962
Óleo sobre tela, dois painéis, 111,80 x 132,10 cm
Colecção Particular, Paris

James Rosenquist
Sem Título (Joan Crawford diz ...), 1964
Óleo sobre tela, 92 x 78 cm
Museum Ludwig, Colónia, Alemanha

Andy Warhol
Liz, 1965
Serigrafia sobre tela, 106 x 106 cm
Colecção Particular

Peter Blake
Auto-Retrato com Insígnias, 1961
Óleo sobre madeira, 174,30 x 121,90 cm
Tate Gallery, Londres

Andy Warhol
Auto-Retrato, 1967
Acrílico e Serigrafia sobre tela, 180 x 183
Colecção Saatchi, Londres

Jim Dine
Duplo Auto-Retrato Isométrico (Robe de Quarto), 1964
Óleo, madeira e metal sobre tela, 144,80 x 214,60 cm
Whitney Museum of American Art, Nova Iorque

Roy Lichtenstein
Art, 1962
Óleo sobre tela, 91,40 x 172, 70 cm
Colecção Goedon Locksley, Mineápolis

Eduardo Paolozzi
Fui o Brinquedo de Um homen Rico, 1947
Colagem sobre papel, 35,50 x 23,50 cm
The Tate Gallery, Londres

Richard Hamilton
O que será que torna os interiores das nossas casas de hoje tão diferentes, tão sedutores?, 1956
Colagem, 26 x 25 cm
Kunsthalle Tubingen, Tubinga, Alemanha

Peter Blake
Na Varanda, 1955-57
Óleo sobre tela, 121,30 x 90,90 cm
The Tate Gallery, Londres

James Rosenquist
Presidente Eleito, 1960-61
Óleo sobre placa de Aglomerado, 213,40 x 365,80 cm
Centro Georges Pompidou, Paris

Larry Rivers
Amizade entre os Estados Unidos e a França (Kennedy e De Gaulle), 1961-62
Óleo sobre tela, 130 x 194,30 x 11,10 cm
Marlborough Gallery Inc., Nova Iorque

Richard Lindner
Casal, 1961
Óleo sobre tela, 94 x 63 cm
Galerie Claude Bernard, Paris

Red Grooms
Hollywood (Jean Harlow, 1965
Acrílico sobre madeira, 78,40 x 89 x 30,50 cm
Smithsonian Institution, Hirshhorn Museum and Sculpture Garden
Washington (DC)

Wayne Thiebaud
Cake counter (Expositor de bolos), 1963
Óleo sobre tela, 93 x 183 cm
Museum Ludwig, Colónia Alemanha

Claes Oldenburg
Pastry Case (Vitrina de Bolos), 1961-62
Pintura esmaltada sobre nove esculturas de gesso numa vitrina de vidro,
52,70 x 76,50 x 37,30 cm
Colecção Sidney e Harriet Janis
Moma, Nova Iorque

Tom Wesselmann
Paisagem Nº. 2, 1964
Papel, fotografia, Óleo e relevo sobre tela, 193 x 239 cm
Museum Ludwig, Colónia, Alemanha

Mel Ramos
Hippopotamus, 1967
Óleo sobre tela, 180 x 247 cm
Sarrebruck, Saarland Museum, Colecção Ludwig

Alex Katz
O Sorriso Vermelho, 1963
Óleo sobre tela, 200 x 291,50 cm
Whitney Museum of American Art, Nova Iorque

Edward Ruscha
Actual Size, 1962
Óleo sobre tela, 182,90 x 170,20 cm
County Museum of Art, Los Angeles

David Hockney
Homem no Museu (ou voçê está no filme errado), 1962
Óleo sobre tela, 147,30 x 52,40 cm
The Arts Council of Great Britain, Londres

Howard Kanovitz
As Pessoas, 1968
Acrílico sobre tela montado num painel de plástico,
172 x 175 x 10 cm
Wilhelm-lehmbruck.Museum, Duisburgo, Alemanha

Arman
Amontoado de Cafeteiras, 1961
Cafereiras Esmaltadas numa vitrina, 83 x 142 x 42 cm
Museum Ludwig, Colónia, Alemanha

Martial Raysse
Bel Eté Concentrado, 1967
Serigrafia sobre plástico, 198 x 50 cm
Suermondt-Ludwig-Museum, Aquisgrano, 
Martial Raysse
Quadro de Grande Tensão, 1965
Pintura a óleo, pintura Fluorescente, pó, construção-colagem,
162,50 x 97,50 cm
Stedelijk Museum, Amesterdão

Mimmo Rotella
Cinemascópio, 1962
Decolagem, 173 x 133 cm
Museum Ludwig, Colónia, Alemanha

Kurt Schwitters
Médico de doentes mentais, 1919
Montagem, diversas técnicas sobre tela, 48,50 x 38,50 cm
Marlborough Fine Art Ltd., Londres

Robert Rauschenberg
Canyon, 1959
Técnica mista, 219,70 x 179,10 x 57,80 cm
Sonnabend Gallery, Nova Iorque

Robert Rauschenberg
Odalisca, 1955-58
Madeira, tecido, arame, erva, papel, fotos, metal, galo ampalhado,
205 x 44 x 44 cm
Museum Ludwig, Colónia, Alemanha

Andy Warhol
Sopa de Vaca e Legumes, 1962
Óleo sobre tela, 274,30 x 152,40 cm
Galerie Bruno Bischofberger, Zurique

Andy Warhol
Faça Você Mesmo (Flores), 1962
Acrílico e Serigrafia sobre tela, 175 x 150 cm
Colecção Particular, Zurique

Roy Lichetenstein
Rapariga, 1965
Magna sobre tela, 152 x 152 cm
Museum Ludwig, Colónia, Alemanha

Roy Lichtenstein
Trompe-l'oeil com Cabeça de Léger e Trincha, 1973
Magna sobre tela, 116 x 91,40 cm
Colecção Particular

Claes Oldengurg
Sanita (Modelo Duro), 1966
Laca e feltro sobre cartão ondulado e construção em madeira
111,80 x 71,10 x 83,80 cm
Museum fur Moderne Kunst, Francoforte do Meno

Peter Blake
Bo Diddley, 1963
Acrílico e fita gomada sobre aglomerado, 122 x 76 c,
Museum Ludwig, Colónia, Alemanha

Peter Blake
Auto-Retrato, 1949
Óleo sobre madeira
Waddington Galleries, Ltd., Londres

Peter Blake
Alunos da Primária, 1955
Óleo sobre painel duro, 76 x 49 cm
Museum Ludwig, Colónia, Alemanha

Peter Blake
Tarzan, Jane, Rapaz e Cheeta, 1966-75
Óleo sobre tela, 122 x 92 cm
Galirie Claude Bernard, Paris

Richard Hamilton
Para uma Definição Definitiva das Futuras Tendências da Moda Masculina em Roupas e Acessórios, 1960
Óleo, colagem, folha plástica sobre madeira, 61 x 81,30 cm
The Tate Gallery, Londres

Richard Hamilton
Interior II, 1964
Óleo, colagem, relevo de alumínio sobre madeira, 121,90 x 162,60 cm
The Tate Gallery, Londres

David Hockney
Um grande Chapão, 1967
Acrílico sobre tela, 242,60 x 243,80 cm
The Tate Gallery, Londres

terça-feira, 3 de maio de 2011

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Baruch Lopes Leão de Laguna

Auto retrato






Baruch Lopes Leão de Laguna
1864-1943

Um pintor “português” morto em Auschwitz






Considerado um dos mais representativos retratistas holandeses dos finais do século XIX e da primeira metade do século XX, Baruch Lopes Leão de Laguna nasceu em Amsterdão, a 16 de Fevereiro de 1864, no seio de uma família sefardita portuguesa.
A sua vida começa tal como haveria de acabar – marcada pelos mesmos tons de tragédia. Aos dez anos perdeu os pais – Salomão Lopes de Leão Laguna e Sara Kroese – dando entrada no orfanato da comunidade de judeus portugueses de Amsterdão. Apoiado pelos professores da comunidade, ganhou o gosto pela pintura, estudando primeiro na Escola Quellinus e depois na Academia Nacional de Belas Artes da Holanda.
Para sobreviver, Leão Laguna trabalhou para o pintor Jacob Meijer de Haan – primeiro na pastelaria da família, no bairro judeu de Amesterdão, e posteriormente no ateliê, como seu assistente.
Aos poucos, a pintura de Leão de Laguna foi ganhando fama e reconhecimento suficientes para lhe permitirem dedicar-se por completo à sua paixão. Em 1885 faz a sua primeira exposição na Associação Arti et Amicitiae, uma mostra bastante bem recebida pela crítica e pelos colegas. Por essa altura Baruch Lopes de Leão Laguna casa com Rose Asscher, filha de um lapidador de diamantes.
Durante os primeiros anos da ocupação nazi, Leão Laguna refugiou-se na região de Laren, no norte da Holanda, auxiliado por uma família que o esconde numa quinta remota, Leão Laguna fica-lhes imensamente grato, oferecendo-lhes vários dos seus quadros (entre os quais o seu auto-retrato).
Baruch Lopes de Leão Laguna é capturado pelos nazis e levado para o campo de extermínio de Auschwitz, onde é assassinado a 19 de Novembro de 1943, com 79 anos de idade.









segunda-feira, 25 de abril de 2011

25 de Abril




As Portas que Abril Abriu

Era uma vez um país
onde entre o mar e a guerra
vivia o mais infeliz
dos povos à beira-terra.
Onde entre vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
um povo se debruçava
como um vime de tristeza
sobre um rio onde mirava
a sua própria pobreza.

Era uma vez um país
onde o pão era contado
onde quem tinha a raiz
tinha o fruto arrecadado
onde quem tinha o dinheiro
tinha o operário algemado
onde suava o ceifeiro
que dormia com o gado
onde tossia o mineiro
em Aljustrel ajustado
onde morria primeiro
quem nascia desgraçado.

Era uma vez um país
de tal maneira explorado
pelos consórcios fabris
pelo mando acumulado
pelas ideias nazis
pelo dinheiro estragado
pelo dobrar da cerviz
pelo trabalho amarrado
que até hoje já se diz
que nos tempos do passado
se chamava esse país
Portugal suicidado.

Ali nas vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
vivia um povo tão pobre
que partia para a guerra
para encher quem estava podre
de comer a sua terra.
Um povo que era levado
para Angola nos porões
um povo que era tratado
como a arma dos patrões
um povo que era obrigado
a matar por suas mãos
sem saber que um bom soldado
nunca fere os seus irmãos.

Ora passou-se porém
que dentro de um povo escravo
alguém que lhe queria bem
um dia plantou um cravo.
Era a semente da esperança
feita de força e vontade
era ainda uma criança
mas já era a liberdade.
Era já uma promessa
era a força da razão
do coração à cabeça
da cabeça ao coração.
Quem o fez era soldado
homem novo capitão
mas também tinha a seu lado
muitos homens na prisão.

……………………………….

Lisboa, Julho-Agosto de 1975

Ary dos Santos (Poeta português, 1937-1984)

sábado, 23 de abril de 2011

Roger Phillpot

Roger Phillpot nasceu no Reino Unido em 1942 numa família modesta e numerosa - o quinto de sete irmãos -. Apesar do seu talento artístico, ele acabou por fazer carreira profissional num gabinete de arquitectura, e só após a reforma em 1996 retomou os seus estudos em Belas Artes e começou a sua carreira artísticas. Instalado na região de Nantes desde 2003, expõe regularmente em França e no Reino Unido.


 And Who's been sitting in my chair, 2002
Óleo sobre tela, 101 x 76 cm

 Hey Diddle Diddle there's a Cat in the Middle, 2007
Óleo sobre tela, 63 x 52 cm

 Lady Muck, 2007
Óleo sobre tela, 67 x 57 cm


sexta-feira, 22 de abril de 2011

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Jacques-Louis David






Jacques-Louis David
(1748-1825


Pintor da corte de Napoleão Bonaparte.






Jacques-Louis David, nasce em Paris em 1748, filho de um mercador.
Estuda pintura na Real Academia de Paris e ganha o Prix de Rome. Vai para Itália aperfeiçoar os seus estudos e regressa a Paris em 1780.
Em 1782 casa com Marguerite-Charlotte Pecoul, de quem terá 4 filhos. Em 1793 Marguerite divorcia-se dele, mas em 1796 voltaram novamente a casar.
Quando Jacques-Louis David regressou a França, vindo de Itália, em 1780, vinha cheio de ideais fortes baseados nas supostas virtudes da antiga Roma. Tinha aderido ao neoclassicismo, que exigia que os artistas fossem buscar os seus temas e o estilo a modelos antigos, como tinha feito Poussin há 150 anos. Os franceses reagiram elegendo David para a Academia e para o Salon. A sua linha, a cor e a composição, altamente definidas, foram muitíssimo admiradas. Mais do que isso, o seu estilo foi entendido como revolucionário, correspondendo ao desejo do país do fim da corrupção da aristocracia e do regresso à  moral severa e patriótica da Roma republicana. Ao juntar-se à Convenção revolucionária, David votou a favor da execução de Luís XVI. Mas, com a morte de Robespierre e o fim do Terror, foi preso e poderia ter sido também executado se a sua esposa, realista como era, não tivesse intervindo junto do novo “imperador”, Napoleão Bonaparte.
David passou a ser um seguidor dedicado de Napoleão. Encontrava-se no cume da sua influência e foi nomeado cavaleiro da nova Légion d’Honneur.
Exilado em Bruxelas depois da queda de Napoleão em 1816, David, como professor notável que era, continuou a treinar jovens pintores, incluindo Ingres. Foi o virtual ditador da arte de França durante uma geração: a sua influência espalhou-se pela moda e design de mobiliário. Morre em Bruxelas em 1825.

 A Morte de Marat, 1793
Óleo sobre tela, 124,70 x 161,90 cm
Museu de Belas Artes de Bruxelas, Bélgica

Patroclus, 1780
Óleo sobre tela, 170 x 122 cm
Colecção particular

Retrato de Médico Alphonse Leroy, 1783
Óleo sobre tela, 91 x 72 cm
Museu Fabre, Montepellier, França

Retrato de Antoine Laurent e Marie Anne Lavoisier, 1788
Óleo sobre tela, 195 x 256 cm
Matropolitan Museum os Art, Manhattan, New York, United States

 The Intervention of the Sabine Women, 1799
Óleo sobre tela, 522 x 385 cm
Museu do Louvre, Paris, França

Napoleon at the St. Bernard Pass, 1801
Óleo sobre tela, 231 x 246 cm
Kunsthistorisches Museum, Viena, Austria

Bonaparte, Calmo n a Fiery Steep, Crossing the Alps, 1801
Óleo sobre tela, 221 x 260 cm
Musee National du Chateau, Versailles, France

 Esta propaganda cheia de vivacidade foi copiada pelo menos quatro vezes por David e pelo seu estúdio. A mensagem sugere que, se Napoleão consegue atacar os Alpes com tanto vigor, nada poderá detê-lo.

Fonte: 100 Grandes Artistas, Círculo de Leitores

segunda-feira, 18 de abril de 2011

A beleza dos corpos Montse Valdés.

 Série "Transmisions"
Óleo sobre tela, 73 x 33 cm

  Série "Transmisions"
Óleo sobre tela, 54 x 24 cm

 Nu
Óleo sobre tela, 73 x 100 cm

 Nu
Pastel sobre papel, 46 x 50 cm

 Da série "Mujeres y Hombre Conscientes"
Óleo sobre tela, 180 x 136 xm

"La Reflexion del Hombre"
Óleo sobre tela, 200 x 300 cm

domingo, 17 de abril de 2011

Agnès Guillon, nasceu em Paris em 1976, apaixonada pelo desenho desde a infância, o primeiro impacto com a pintura a óleo foi um verdadeiro choque. Em 2008 Agnès abandona a sua profissão como engenheira para se dedicar inteiramente à pintura.



sexta-feira, 15 de abril de 2011

Sem Título (podem dar sugestões), 2011
Óleo sobre tela, 40 x 40 cm
Já tem título: Murmúrios

quinta-feira, 14 de abril de 2011