sexta-feira, 31 de maio de 2013

As minhas obras

Escaravelho (Chrysina Victorina)
Acrílico sobre papel Fabriano 400g
30 x 40 cm

Graham Brace

Graham Brace, é um pintor contemporâneo nascido em Pembrokeshire, País de Gales, UK

Lápis de cor sobre "White Daler-Rowney Studiand mountboard
25 x 25 cm

domingo, 26 de maio de 2013

Denis Sarazhin

Hoje descobrir o artista, Denis Sarazhin, nasceu em 1982 na cidade de Nikopol, Ucrânia.
Aqui deixo algumas das suas obras:





sexta-feira, 24 de maio de 2013

As minhas obras

Aqui ficam as minhas últimas experiências, não muito felizes, mas enfim, temos de continuar a tentar.


Coruja e minhoca
Scraperboard, tamanho A5
 Cardo
Tinta da china sobre poliester
Tamanho A4


Pedra
Tinta da china, lápis de cor e acrílico sobre poliester
Tamanho A4

quarta-feira, 22 de maio de 2013

terça-feira, 21 de maio de 2013

O Quarto Estado

Giuseppe Pellizza da Volpedo

Giuseppe Pellizza nasceu a 28 de Julho de 1868 em Volpedo, Itália e suicidou-se no seu atelier, na mesma cidade, a 14 de Junho de 1907, na sequência duma depressão profunda provocada pela morte de sua mulher. Este pintor italiano ficou sobretudo conhecido por um quadro que teve um grande sucesso político, o Quarto Estado

O Quarto Estado, 1901
Óleo sobre tela, 293 x 545 cm
Museo del Novecento, Milano

terça-feira, 9 de abril de 2013

Wilhelm Leibl




Wilhelm Leibl
1844-1900

Retratista alemão  e pintor de género




Wilhelm Leibl nasceu a 23 de Outubro de 1844, em Colónia, onde seu pai era diretor de música na catedral. Em 1861, começou a estudar sob a direção de um pintor da cidade, e três anos mais tarde foi para a Academia de Munique. De 1806 a 1869, fez vários estudos sob a direção de outros pintores. Expôs então, pela primeira vez, em Munique. A sua obra dos primeiros tempos era fortemente influenciada pela pintura holandesa. Escolheu temas da vida quotidiana, que tratou sem qualquer vislumbre de sentimentalismo ou romantismo típicos da arte contemporânea alemã.
Em 1869, Leibl viveu durante nove meses em Paris, trabalhando com Gustave Coubert, assim fortalecendo a sua inclinação para o realismo. A guerra franco-prussiana obrigou-o a regressar à Alemanha. Em 1870, foi-lhe atribuída a medalha de ouro de Paris pelo seu Retrato de Frau Gedon, no qual a influência de Rembrandt é claramente discernível.
Permaneceu em Munique de 1870 a 1873, morou depois em pequenas aldeias da Baviera, vivendo tal como os seus vizinhos camponeses e pintando cenas à sua volta. Encarava os seus temas com grande realismo e nenhum pormenor escapava à sua habilidade de desenhador cuidadoso e perfeito. Este elemento da sua obra madura viria a influenciar os novos objectivos dos anos 20, principalmente os estudos de figuras e desenhos de retratos.
De 1878 a 1881, Leibl construiu a sua casa na cidade bávara de Berbling, onde pintou Três Mulheres na Igreja.  Mudou-se para Aibling, e depois, em 1892, para Kutterling. Morreu em Wurzgurg, a 4 de Dezembro de 1900. Embora os seus temas tenham permanecido até ao fim isentos de qualquer traço de idealismo romântico, nos seus últimos anos a arte holandesa deixou de ter qualquer influência sobre ele. Criou uma espécie de impressionismo pessoal, caracterizado por uma técnica mais forte, embora sempre delicada.

Casamento desigual, 1877

 A Fiandeira, 1892
Óleo sobre tela, 64 x 74 cm
Museu de Belas Artes de Leipzig

 Retrato de Frau Gedon

 Os críticos

Três Mulheres na Igreja

terça-feira, 2 de abril de 2013

terça-feira, 26 de março de 2013

O mercado da Arte

CRISTIES'S LONDES
6 de Fevereiro de 2013

 Amadeo Modigliani (1884-1920)
Jeanne Hèbuteme au chapeau, 1919
Óleo sobre tela, 92 x 54 cm
Obra rematada por: 31.040.201,00 €

 Berthe Morisot (1841-1895
Après le déjeuner
Óleo sobre tela, 81 x 1000 cm
Obra rematada por: 8.053.993,00 €
Recorde mundial para uma artista femenina em leilão

 Óscar Domínguez (1906-1957)
Máquina de costura electrosexual, 1935
Óleo sobre tela, 100,20 x 80,80 cm
Obra rematada por: 2.477.157,00 €

René Magritte (1893-1983)
Le Plagiat
Óleo sobre tela, 54 x 65 cm
Obra rematada por: 5.987.817,00€

terça-feira, 19 de março de 2013

Vik Muniz



Vicente José de Oliveira Muniz, mais conhecido por Vik Muniz nasceu em São Paulo (Brasil) a 20 de Dezembro de 1061.
Vik Muniz é um dos maiores artistas plásticos da atualidade. Para este homem de olhos azuis com ar de menino aos 50 anos, que trabalhou com nomes como Louis Vitton e dormiu na rua, do lixo saem obras de arte colossais, que formam imagens com texturas e efeitos de luz, cobiçadas por colecionadores do mundo inteiro.
Entre 2007 e 2009, Vik Muniz tentou mudar a vida dos catadores de lixo do aterro do Jardim do Gramacho, no Rio de Janeiro. Ali, naquela lixeira, a maior do mundo, onde (sobre) vivem milhares de pessoas, viu o fim da linha para muita gente. Viu o lugar onde o lixo do pobre da favela e do rico do Leblon se misturam. Encontrou em campo, rostos sofridos, crianças em pocilgas. Foi o maior projeto em que se envolveu até agora: fazer fotografias sobre esta realidade, usando depois detritos para compor as fotografias de grande escala. Pagou jornadas diárias a algumas pessoas, fotografou-as, pediu-lhes ajuda para compor as obras, viu-os emocionar-se com elas. Vendeu os trabalhos para que revertessem a favor da Associação de Catadores do Jardim do Gramacho e conseguiu arrecadar 250 mil dólares. O processo está registado em Lixo Extraordinário (2010), com produção de Fernando Meirelles, e esteve nomeado para o Óscar de melhor documentário em 2011.

Vik Muniz viveu 28 anos em Nova Iorque, presentemente vive no Rio de Janeiro .

Fonte: Revista Magazine (Diário de Notícias)







quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Cândido Portinari






Portinari
1903-1962









Filho de imigrantes italianos Cândido Portinari nasceu a 29 de Dezembro de 1903, numa fazenda nas proximidades de Brodowski, interior de São Paulo. Com a vocação artística florescendo logo na infância, Portinari teve uma educação deficiente, não completando sequer o ensino primário. Aos 14 anos de idade,  pintores e escultores italianos que atuavam na restauração de igrejas na região de Brodowski  recruta Portinari como ajudante. Seria o primeiro grande indício do talento do pintor brasileiro.
Aos 15 anos, Portinari deixa São Paulo e parte para o Rio de Janeiro para estudar na Escola Nacional de Belas Artes. Durante os seus estudos, Portinari começa a destacar-se e chamar a atenção tanto de professores quanto da própria imprensa, pelo que, aos 20 anos já participa de diversas exposições, ganhando elogios em artigos de vários jornais. Apesar do reconhecimento alcançado, começa a despertar no artista o interesse por um movimento artístico até então considerado marginal: o modernismo.
Um dos principais prémios almejados por Portinari era a medalha de ouro do Salão da ENBA. Nos anos de 1926 e 1927, o pintor conseguiu destaque, mas não venceu. Anos depois, Portinari chegou a afirmar que as suas telas com elementos modernistas escandalizaram os juízes do concurso. Em 1928 Portinari deliberadamente prepara uma tela com elementos académicos tradicionais e finalmente ganha a medalha de ouro e uma viagem para a Europa.
Os dois anos que passou vivendo em paris foram decisivos no estilo que o consagraria. Durante a sua estada em Paris Portinari entrou em contato com outros artistas como Van Dongen e Othon Friesz, além de conhecer Maria Martinelli, uma uruguaia de 19 anos com quem o artista passaria o resto de sua vida. A distância de Portinari das suas raízes acabou aproximando o artista do Brasil, e despertou nele um interesse social muito mais profundo.
Em 1931 Portinari volta ao Brasil renovado, mudando completamente a estética da sua obra. Quebra o compromisso volumétrico e abandona a tridimensionalidade. Aos poucos, Portinari  deixa de lado as telas pintadas a óleo e começa a  dedicar-se a murais e a frescos, ganhando nova notoriedade entre a imprensa. Em 1939 Portinari expõe três telas no Pavilhão do Brasil da Feira Mundial em Nova Iorque. Os quadros chamam a atenção de Alfred Barr, director geral do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA).
A década de quarenta começa muito bem para Portinari, Alfred Barr compra a tela "Morro do Rio" e imediatamente a expõe no MoMA, ao lado de artistas consagrados mundialmente. O interesse geral pelo trabalho do artista brasileiro faz Barr preparar uma exposição individual para Portinari em plena Nova Iorque. Nessa época, Portinari faz dois murais para a Biblioteca do Congresso em Washington. Ao visitar o MoMA, Portinari se impressiona com uma obra que mudaria o seu estilo novamente: "Guernica" de (Pablo Picasso).
Em 1954 Portinari apresentou uma grave intoxicação pelo chumbo presente nas tintas que usava.
Desobedecendo as ordens médicas, Portinari continuava pintando e viajando com frequência. No começo de 1962 a prefeitura de Barcelona convida Portinari para uma grande exposição com 200 telas. Trabalhando freneticamente, a intoxicação de Portinari começa a tomar proporções fatais. No dia 6 de fevereiro do mesmo ano, Cândido Portinari morre envenenado pelas telas que fizeram seu sucesso. Encontra-se sepultado no Cemitério de São João Batista no Rio de Janeiro.
Fonte:  Wikipedia
Para ver a obra deste artista visite:








terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Max Beckmann








Max Beckmann

1884-1950







Max Beckmann nasceu em Leipzig e estudou na Escola de Arte de Weimar de 1900 a 1903. Acabado o curso, passou um ano em Paris, instalando-se depois  em Berlim. Nesta cidade, aderiu ao grupo berlinense Sezession. Depois de combater na primeira guerra mundial – experiência que teve efeito decisivo no seu desenvolvimento artístico -, mudou-se para Frankfurt, onde, a partir de 1923, ensinou pintura na Escola de Arte da cidade. A perseguição nazi obrigou-o a abandonar o posto em 1933, indo primeiro para Berlim, depois para Paris, em 1937, e mais tarde, em 1938, para Amsterdão. Durante nove anos conservou-se na Europa, vindo a trocá-la pelos Estados Unidos da América, onde passou os últimos três anos da sua vida.
Os primeiros trabalhos de Beckmann foram executados no estilo corrente do impressionismo alemão, influenciado também pelo simbolismo de Hans von Marées. Foi só depois da primeira guerra mundial que um estilo mais pessoal, mais amadurecido, se desenvolveu. No Retrato da Família, de 1920, apresenta uma imagem estilizada, vigorosa e direita. As figuras são muito simplificadas, recurvadas, com grandes cabeças apertadamente dispostas num espaço reduzido, o chão erguendo-se atrás delas. Neste e noutros trabalhos deste período, é a degradação e a condição brutalizada da sociedade que Beckmann retrata, e as suas paisagens e naturezas mortas têm a mesma agressiva vitalidade. Embora  as suas primeiras obras sejam de tonalidade cinzenta , as cores tornam-se gradualmente mais vivas e, a partir de 1925, realçadas pelo uso de linhas cheias e negras, para reforçar e clarificar as formas. O contacto com a pintura francesa contribuiu para uma maior simplificação e largueza. As formas tornaram-se mais fortes e o seu impacte mais vigoroso, o que pode verificar-se numa série de grandes trípticos dos anos 30 e 40. Estas obras são também menos diretas na sua crítica social que as anteriores, insistindo Beckmann em usar uma iconografia pessoal para corporizar os seus temas.

 "Dancing in Baden-Baden", 1923

 Festa em Paris

 Descida da Cruz

 A Noite

 Retrato de Família, 1920

Quappi de Cor-de-rosa, 1932

Fonte: Enciclopédia de Belas Artes, Livro 8º. Arte Moderna